Nunca chegaste a comentar já agora gostava de saber a tua opinião.
Vi ontem o Fierce Light. Antes de começar tive de ir à procura do que Fierce Light queria dizer: “luz intensa”.
Achei o filme bastante bom para não dizer excelente. Não pensem que digo isto por ter concordado com tudo o que o filme transmite ou diz, ou as opiniões nele expressas. Mas achei-o muito bom porque me fez pensar bastante sobre a questão do “activismo”. Principalmente a parte dos monges deixou-me bastante pensativo.
Hoje em dia sinto tremenda dificuldade em definir a melhor forma de activismo. Talvez a melhor seja mesmo a aquela famosa frase: “se queres deitar a baixo um modelo, crias um melhor e tornas o antigo obsoleto”. Mas “num comboio em movimento não [sei se] nos podemos dar ao luxo de sermos neutros”.
Vivemos num mundo em que nos acusam de gastar montanhas de plástico que polui o ambiente. Mas quando vamos ao supermercado não temos outra alternativa se não a de comprar embalagens de plástico. Não é preciso ser-se grande génio para pensar em soluções que reduzam drasticamente o consumo de plástico. E não estou a falar do saquinho fixo que se leva ao supermercado, esse já é usado. Estou a falar em termos depósitos de arroz e detergentes por exemplo. Onde as pessoas retiravam a quantidade que queria e pagavam ao peso, assim usava-se sempre o mesmo recipiente.
A minha mãe no outro dia mostrou-me uma embalagem do SUN para a máquina de levar loiça… vinha “cheia” apenas à metade. Metade!! E isto não é plástico a mais? E a culpa é nossa?
Desculpem este desabafo do plástico mas é necessário mandar os pensamentos para o blog
Mas a questão é mesmo essa, num mundo onde nos temos esquecido da “revolução interior”, será que apenas essa é suficiente? Mas, certamente, sem ela não vamos a lado nenhum. Ou será que uma revolução interior levará a uma revolução exterior mais sólida e nos fará mudar?
jmct disse
Nunca chegaste a comentar
já agora gostava de saber a tua opinião.
Vi ontem o Fierce Light. Antes de começar tive de ir à procura do que Fierce Light queria dizer: “luz intensa”.
Achei o filme bastante bom para não dizer excelente. Não pensem que digo isto por ter concordado com tudo o que o filme transmite ou diz, ou as opiniões nele expressas. Mas achei-o muito bom porque me fez pensar bastante sobre a questão do “activismo”. Principalmente a parte dos monges deixou-me bastante pensativo.
Hoje em dia sinto tremenda dificuldade em definir a melhor forma de activismo. Talvez a melhor seja mesmo a aquela famosa frase: “se queres deitar a baixo um modelo, crias um melhor e tornas o antigo obsoleto”. Mas “num comboio em movimento não [sei se] nos podemos dar ao luxo de sermos neutros”.
Vivemos num mundo em que nos acusam de gastar montanhas de plástico que polui o ambiente. Mas quando vamos ao supermercado não temos outra alternativa se não a de comprar embalagens de plástico. Não é preciso ser-se grande génio para pensar em soluções que reduzam drasticamente o consumo de plástico. E não estou a falar do saquinho fixo que se leva ao supermercado, esse já é usado. Estou a falar em termos depósitos de arroz e detergentes por exemplo. Onde as pessoas retiravam a quantidade que queria e pagavam ao peso, assim usava-se sempre o mesmo recipiente.
A minha mãe no outro dia mostrou-me uma embalagem do SUN para a máquina de levar loiça… vinha “cheia” apenas à metade. Metade!! E isto não é plástico a mais? E a culpa é nossa?
Desculpem este desabafo do plástico mas é necessário mandar os pensamentos para o blog
Mas a questão é mesmo essa, num mundo onde nos temos esquecido da “revolução interior”, será que apenas essa é suficiente? Mas, certamente, sem ela não vamos a lado nenhum. Ou será que uma revolução interior levará a uma revolução exterior mais sólida e nos fará mudar?