Em 2005 comemorou-se o centenário da publicação dos artigos nos quais o génio alemão Albert Einstein definiu a teoria da relatividade. Mas em que é que isso afecta a nossa vida diária? Se utilizas diariamente um GPS a resposta é: Afecta, e MUITO.
O GPS consiste numa rede de 24 satélites (actualmente até são 31) situados a uma órbita próxima dos 20000 quilómetros de distancia da Terra. O receptor GPS que usamos naturalmente no nosso automóvel põe-se em contacto com quatro desses satélites. Três deles, através de um simples cálculo geométrico de triangulação com o sinal recebido, calculam a nossa posição.
Os sinais que se enviam e recebem para esses cálculos viajam próximos da velocidade da luz. Ainda assim têm uma mínima demora que também têm de ser calculada para que o resultado seja exacto. Esse é o trabalho do quarto satélite: ajustar com exactidão o relógio do nosso GPS. Para tal os satélites dispõem de um relógio atómico extremamente exacto, tão exacto que apenas se atrasa uma milésima de segundo a cada 100000 anos.
Aparentemente já está tudo resolvido. Com a triangulação dos três sinais e a sincronização do relógio atómico do satélite e o nosso GPS o sistema deveria encontrar a nossa posição exacta. Mas não é assim, o cálculo falharia abruptamente. Mas porque?
Darvaza é uma pequena aldeia situada bem no coração do Turcomenistão.
Todo o subsolo circundade da região contem umas enorme reserva de gás natural. Em 1971 uma equipa soviética cujo objectivo visava extrair o gás iniciou as perfurações na zona. O solo colapsou aquando das primeiras escavações deixando uma cratera de 50 metros de diametro e inicio uma pequena libertação de gás para a atmosfera. Para evitar que o gás nocivo se evaporasse na atmosfera foi então decidido atear fogo à cratera. Cratera esta que após 38 anos ainda segue ardendo e permite-nos vislumbrar imagens tão bonitas quanto estas:
Quem já viu o The Root of all Evil? ou o The God Who Wasn’t There, certamente reconhecerá a personagem da foto aqui do lado.
Reconhecerão desses filmes a homofobia que Ted Haggard (o tal da foto) possuía então na altura.
Até parece que foi ontem quando o pastor Ted Haggard, ávido anti-gay ministro e considerado até então uma das 25 pessoas mais influentes de todo os Estados unidos, foi apanhado com as mãos no pote das bolachas. No caso de Ted Haggard as mãos seriam a sua gaita, e o pote das bolachas um jovem gay prostituto.
Blessitt no inicio da sua caminhada durante os anos 60, belo penteado hein!!!
Arthur Blessitt é um homem como há poucas mulheres… Este homem e o seu fervor religioso não conhece fronteiras, ao largo de 35 anos, este homem exaltou Jesus ao longo de 303 nações (Eu nem sabia que tínhamos tantas) e andou, sim andou ao longo de mais de 61.319 quilómetros.
Enquanto, de facto, este feito já é impressionante, não o foi suficiente para o seu Jesus Superstar. O que eleva Blessitt ao pínaculo de um superfreak da religião é o pormenor de que ele percorreu essa distância toda enquanto carregava uma cruz de madeira com 4 metros de altura e 20 quilos às costas.
Sim, e os cristãos pensam que Jesus a arrastou longe… Bem mas Ele arrastou-a enquanto ia sendo chicoteado, suponho eu… Quem sabe, Blessitt para a próxima leve uns quantos malucos com ele vestidos de romanos e dando-lhe chicoteadas enquanto ele faz a sua caminhada, assim sempre tornava a caminhada mais autentica.
Reconstrução de um dodó no museu natural de Singapura
Por muitos considerado o símbolo da acção do Homem na Terra, o pássaro dodó vivia nas Ilhas Maurícias e não voava. Estas pacíficas aves foram massacradas pelos marinheiros de passagem aos milhares, até que, em menos de 200 anos, nenhuma restava. A última foi morta em 1681.
O que poucos conhecem é que a morte do último dodó em 1681 podia também ter condenado outra espécie autoctene da ilha, conhecida como calvária ou tambalacoque e actualmente como árvore-dodó, não fosse um estudo levado a cabo pelo ecologista Stanley Temple.
Em 1973 alguns cientistas ficaram convencidos de que a espécie estava desaparecendo. Só existiam treze exemplares da planta em toda a ilha, e estes tinham mais de 300 anos. Concluiu-se então que nasceram na época em que os últimos dodós estavam a ser massacrados.
Temple através dos estudos que tinha realizado com os restos fósseis da avé, onde tinha encontrado muitas sementes da dita árvore, concluiu assim que esta necessitava de passar pelo tracto digestivo dos dodós para poder germinar.
Ao fim de algum tempo descobriu-se que era possível conseguir o mesmo efeito se as sementes fossem ingeridas por perus. Se estas aves originárias no continente americano rejeitam comer as frutas da calvária, já as sementes em si elas consomem sem aparente hesitação. Assim a árvore foi salva e passou a ser chamada também de árvore-dodô, muito embora as sementes germinadas com o auxílio de perus ainda não tenham tido a chance de gerar frutos e sementes, o que será necessário para a sua propagação.
O Ibex-dos-pirinéus foi a primeira espécie a ser declarada como extinta no presente século XXI. Por ironia do destino, o último espécime com o nome de Célia, foi morta pela queda de uma árvore no Parque Natural de Ordesa em Espanha em Janeiro de 2000.
Outrora abundante em grande parte da Península Ibérica, incluindo extensões de terreno no norte de Portugal e França, a extinção desta espécie está ainda envolta em mistério. Crê-se que por incapacidade de competir com outras espécies pelo alimento existente ou devido a doenças, durante quase todo o século XX o seu número nunca passou dos 40 indivíduos.
Mas antes desta tragédia natural em 1999 um grupo de 3 cientista conseguiu extrair uma amostra de tecido da Célia e em conjunto com uma companhia chamada de Advanced Cell Technology, Inc, tentaram clonar a espécie e re-introduzi-la no seu hábitat natural.
O Ibéx-dos-Pirinéus tornou-se assim a primeira espécie oficialmente a tornar-se “Inextinta”…. Por um período de 7 minutos. Em Janeiro de 2009 o unico clone gerado morreu 7 minutos após nascer devido a uma falha nos pulmões.
HOME, é um filme da autoria do realizador francês Yann Arthus-Bertrand, é constituído por paisagens aéreas do mundo inteiro e pretende sensibilizar a opinião pública mundial sobre a necessidade de alterar modos e hábitos de vida a fim de evitar uma catástrofe ecológica planetária.
Todos nós conhecemos a famosa ilha da Páscoa. Conhecida sobretudo pelos seus tótems em forma de Homens cabeçudos.
O que muitos de nós desconhecemos foi o que o explorador holandês, Jacob Roggeveen encontrou quando pela primeira vez um ser ocidental pisou a ilha naquele dia de Páscoa de 1722.
Apenas cerca de 15% da energia gerada pelo combustível serve para movimentar o nosso carro na estrada ou por a funcionar os extras do carro como o ar condicionado ou o rádio. Toda a restante energia é perdida pela ineficiência dos actuais motores. Portanto, o potencial para aumentar a eficiência dos combustíveis é enorme. Um carro eléctrico custa apenas 2 dólares por 100km com muita mais eficiência do que um a gasolina a 20 dólares por 10km.
Este vídeo fala por si só. Para alem de mostrar a ignorância dos americanos sobre a criação de energia, também demonstra que já existem fontes totalmente limpas de energia. Como por exemplo uma criação de um carro totalmente movido a electricidade capaz de ser mais rápido do que carros como o Porche Carrera ou o Ferrari 360 Spider. Mostra também como uma família americana é perfeitamente capaz de iluminar a sua casa e os seus electrodomésticos bem como por o seu carro a funcionar apenas com a energia solar.
Já agora os curiosos em carros eléctricos e sistemas “limpos” podem também dar uma vista de olhos NESTE SITE
À dois dias atrás comemorou-se o Domingo Páscoa que celebra a morte e ressurreição de Jesus Cristo segundo as crenças cristãs. E nada melhor do que dar-vos a conhecer este documentário:
The Lost Tomb of Jesus é um documentário americo-canadiense de 2007, dirigido por James Cameron, feito em parceria com o jornalista investigativo Simcha Jacobovici. Paralelamente, foi lançado um livro de autoria de Cameron intitulado The Jesus Family Tomb. Cameron e Jacobovici haviam lançado em 2006 outro documentário sobre tema religioso, Exodus Decoded.
Produzido por Sierra Madre Games, uma empresa estado-unidense que dentro do seu reportório encontramos outros jogos +/- com uma temática semelhante.
O Origins: How We Became Human (Origens: Como nos tornamos humanos) consiste em escolhermos uma raça hominidea com o intuito de a evoluirmos e sobrevivermos perante a competição directa com os nossos adeversários.
No início podemos escolher entre várias espécias das quais o Homo erectus pekinensis, o Neanderthal, o Homem de Flores, Homo heidelbergensis, e o Cromagnon. Numa primeira fase o objectivo centrar-se-à por evoluirmos as capacidades mentais do nosso hominídeo, bem como as capacidades manuais e de fala. Posteriormente partimos com o nosso ser para a expansão mundial e influencia por todas as regiões do mundo.
Com o desenrolar do jogo os jogadores devem de procurar as melhores zonas habitáveis, sortear as alterações climatéricas (Como a idade do Gelo), aprender a cultivar plantas, domesticar gado… Como na vida real ganha aquele que melhor se adaptar ao meio e desenvolva mais as habilidades relacionadas com o cérebro.
Uma forma muito simples e atractiva para ensinar a evolução a todos…