A imagem acima foi colocada dia 19 no site da BP. Tanta gente a trabalhar tão afincadamente para pararem o derrame de petróleo que já dura à 3 mêses. Agora reparem com um um pouco mais de atenção. PHOTOSHOPPED!!!!
Se têem dúvidas reparem:
No dia seguinte como se não chegasse saiu mais esta também no site da BP:
A foto entitulada de “View of the MC 252 site from the cockpit of a PHI S-92 helicopter 26 June 2010,” A primeira mostra de que é uma foto “fabricada” é a torre de controlo no canto superior esquerdo da foto:
Passamos directamente para o mar, onde esta muda abruptamente de cor, fica ofuscado, e existem navios a desaparecerem misteriosamenteo:
Mais um indicio da existencia de má montagem na fotografia:
E por último, o helicóptero aparenta estar a sobrevoar os barcos, mas os indicadores no painel, demonstram que a porta está aberta e o trem de aterragem estão em baixo, assim como o “travão de mão” ligado, sem falar de que o piloto tem na mão o lista de procedimentos a realizar antes do vôo:
Quinta feira, as fotos foram retiradas do site, e a BP oficiosamente disse que as tinha manipulado mas não deixa de ser mais uma mancha negra na pouca credibilidade que a empresa ainda tem hoje em dia.
Andam a tapar o sol com a peneira… Alguém ouviu ou viu estas fotos nos circulos noticiosos os últimos dias?
Cerca de 40 milhões de doses da vacina contra a gripe suína, produzidas pelos Estados Unidos, expiraram e foram para o lixo, com um prejuízo de cerca de 200 milhões de euros, avança a agência AP.
As vacinas, que expiraram na quarta-feira, vão ser incineradas, uma quantidade quatro vezes superior àquela que costuma sobrar da gripe sazonal.
Uma estimativa do governo apontam que mais 30 milhões de doses vão expirar e, caso isso se verifique, mais de 43 por cento das doses terão sido desperdiçadas.
«Apesar das muitas doses de vacinas que não foram usadas, foi mais apropriado termo-nos preparado para o pior cenário do que ter falta de vacinas», declarou o porta-voz do departamento de Saúde e Serviços Humanos, Bill Hall.
Este ano, o governo recomendou que todos os americanos se vacinassem contra a gripe, no entanto, não quer dizer que sejam utilizadas todas as doses.
«Sem dúvida que vão sobrar doses. Isso acontece sempre», referiu um especialista em imunologia.
Esta notícia saiu no dia 1 do presente mês, mas como todas aquelas que realmente interessam foi abafada na comunicação social. Alguém ouviu ou leu-a nos principais media do pais? Ah pois é…
David Bond vive num dos países mais controladores sobre privacidade no mundo (Reino Unido). Ele decide descobrir o quanto as companhias privadas e o governo conhecem os seus dados colocando-se a si próprio sobre vigilância e de seguida tentando desaparecer. Deixando para trás a sua mulher grávida e a sua filha, ele é procurado por dois investigadores privados numa jornada incrível pela procura do significado da privacidade… Ou a perda desta.
A ideia é simples, conhecendo apenas o seu nome os dois investigadores têm 30 dias para o localizar podendo para tal usar qualquer meio para o encontrarem.
A crise não passou pelos lares mais endinheirados, nos Estados Unidos. É o que prova um relatório publicado agora, segundo o qual o número de famílias milionárias esteve em forte subida no ano passado.
O número de famílias com activos, exceptuando a residência principal, no valor de mais de um milhão de dólares, subiu 16% desde 2008 e é agora de 7,8 milhões. As chamadas famílias afluentes, com um património igual ou superior a meio milhão de dólares, estiveram também a aumentar.
Esta subida segue-se a uma forte queda no ano anterior, depois do máximo histórico atingido em 2007, ano em que o número de milionários explodiu. Mas a tendência não se resume ao outro lado do Atlântico. Também em Itália aumentou, não o número de milionários, mas o volume do dinheiro na posse das 640.000 famílias mais ricas. Isto, em grande parte, graças à amnistia anunciada pelo governo de Silvio Berlusconi às contas no estrangeiro, o que permitiu o repatriamento de grandes quantias. Mas isso não esconde a situação económica do país, que teve no ano passado uma queda de 5% no PIB.
Sevem Suzuki, representou aqui nesta conferencia internacional a entidade não governamental ECO (Environmental Children’s Organization) que na altura tinha apenas 4 membros. Ela e mais 3 amigas…
Este episódio ocoreu durante a Conferencia das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento (UNCED), realizada entre 3 e 14 de Junho de 1992 no Rio de Janeiro. O evento contou com a presença de 172 governos e 108 chefes de estado, e ainda com a repesentação de 2400 ONG’s e 17000 pessoas. Desta conferencia resultou um tratado chamado Agenda 21 que visa o combate aos impactos que um Homem tem no meio ambiente.
Depois de a Grécia já estar na mira dos líderes europeus, por andar a falsificar as estatísticas do défice orçamental para 2009, desencadeando assim um descalabro económico na dívida pública que esta a por em causa o próprio euro, desta vez, a descoberta foi o uso de operações complexas com o apoio dos lobbys de Wall Street.
As transacções denominadas de “Swaps” são produtos derivados assentes em contratos que podem ser de moeda ou mesmo activos financeiros, estes produtos financeiros podem ser usados para protecção ou simplesmente como investimento especulativo como foi o caso da recente crise económica mundial em que foram usados como ‘activos tóxicos’. Nos ‘swaps’ ambas as partes comprometem-se a pagar a oscilação da taxa de juro ou do valor do activo que lhe esteja associado.
Basicamente os bancos emprestavam dinheiro ao governo para este demonstrar nas comissões europeias que estava bem financeiramente de forma a poder manter o défice nos 3.0 e assim não receber sanções por parte da Europa.
Segundo noticia o NYTIMES estas transações já aconteceram em 2001 para apoiar a Grécia a entrar no mercado único do Euro.
Esta tarde Ricardo Salgado, Presidente do BES afirmou que a banca nacional teve um “comportamento espectacular nesta crise. Compreendo que o Estado queira moralizar a acção dos banqueiros. Mas hoje, passado um ano, é possível distinguir o trigo do joio” e disse ter pena que “o Estado português tenha agravado os impostos à banca”.
“Tenho pena que o Estado português tenha tomado esta decisão”, diz Salgado sobre a tributação dos prémios dos gestores. A proposta do Orçamento Geral do Estado para 2010, apresentada ontem pelo Governo, propôe um agravamento da carga fiscal para a banca em vários níveis. Uma taxa autónoma de IRC de 35% e um imposto de 50% dos bónus dos banqueiros atribuídos em 2010 são algumas das propostas em cima da mesa.
Salgado alertou para o risco de inconstitucionalidade e fuga de gestores para países que não adoptaram essa medida.
O Banco Espírito Santo (BES) fechou 2009 com um lucro líquido 522 milhões de euros, número acima das projecções dos analistas.
Defacto 522 milhões de euros dão para comprar muito trigo…
Para quem tenha estado debaixo de um calhau durante esta semana eu digo o que se passou… Barack Obama foi o Quarto Presidente dos Estados Unidos a ser laureado com um Nobel da Paz. Três destes receberam o prémio enquanto exerciam o cargo político “mais importante” do mundo.
Como tem sido noticiado últimamente está a decorrer em Copenhaga uma Cimeira Mundial que conta com a participação de cerca de 100 governos, de forma a rectificar o Protocolo de Quioto. Tudo isto até seria muito bom, se não fosse o Protocolo de Quioto a sorte grande, o de Copenhaga a terminação… No mau sentido claro está!
Uma fuga de informação viu hoje a luz do dia e está a por em causa tudo aquilo que nos têm levado a crer com Quioto e como este novo encontro.
Um esboço que se acredita foi já mostrado e acordado com nações como o Reino Unído, Estados Unídos, proposto pelos próprios anfitriões da cimeira, surgiu como uma fuga de informação, e onde se coloca como fasquia o aumento de apenas 2 graus célcius na temperatura do planeta, uma redução das emissões dos transportes aéreos e navais, e um corte de até 50% nas emissões de carbono até 2050. Tudo isto era porreiro, não fosse esse corte de 50% suportado maioritariamente pelos paises em desenvolvimento, contrariando assim o Protocolo de Quioto que dava permissas aos paises mais pobres em poderem desenvolver-se e emitirem gáses nocivos para atmosfera e por sua vez os mais desenvolvidos contrapunham na balança menos emissões de forma a tudo ficar mais ou menos nívelados.
As nações sub-desenvolvidas receiam então que o documento, caso seja aprovado, os limites não sejam impostos através do nível de desenvolvimento e da população, mas sim através de acordos que estejam na conformidade e que respeitem o critério impostos pelos países mais desenvolvidos.
Depois de o jornal britânico “The Guardian” ter publicado o chamado documento dinamarquês, as negociações entraram em crise no segundo dia da cimeira. Os países em desenvolvimento terão ficado enfurecidos com as informações de que na próxima semana os líderes mundiais iriam ser confrontados com um acordo que prevê a entrega de mais poder aos países ricos, e que iria dar às Nações Unidas um papel mais lateral nas futuras negociações sobre as alterações climáticas.
Os países em desenvolvimento queixam-se, nomeadamente, de que serão fixados limites desiguais para as emissões de carbono em 2050, dando aos mais ricos a possibilidade de emitir praticamente o dobro do que seria aceite para os países em desenvolvimento. Esta seria uma enorme inversão do princípio do protocolo de Quioto que determina que são os países desenvolvidos que mais têm de agir para reduzir as emissões de CO2.
Para além disso, prevê-se que o controlo financeiro das alterações climáticas seja entregue ao Banco Mundial, abandona-se o Protocolo de Quioto, quando o que muitos defendiam era a sua extensão já que é o único tratado internacional vinculativo sobre os cortes das emissões; e torna-se o dinheiro destinado a ajudar os países pobres dependente de um conjunto de medidas a serem tomadas.
Podem ver o tal esboço através do Site do The Guardian, isto é… Enquanto for possível visualiza-lo.
Seguindo a clarificação que nos é dada em Money as Debt II, vamos rever o que acontece no depósito e empréstimo de dinheiro entre um indivíduo e um banco.
Depósito:
Quando depositamos o nosso dinheiro num banco costuma-mos dizer que é ‘o nosso dinheiro que está no banco’. No entanto, isso não é verdade.
Ao depositarmos dinheiro num banco o que estamos na verdade a fazer é a dar o nosso dinheiro ao banco. O banco então emite um ‘certificado’ no qual promete devolver-nos o dinheiro quando assim o quisermos. Esse certificado é visto pelo utilizador como a ‘conta no banco’, p.e. 100€.
Aqui a palavra depósito é incorrectamente utilizada. O que na verdade o depósito constitui é um empréstimo do individuo para o banco. Nós emprestamos dinheiro ao banco, dinheiro esse que o banco promete pagar-nos de volta. Por isso, o que a nossa conta bancária representa é o dinheiro que o banco nos deve e a sua promessa em pagá-lo.
Daí ao depositarmos o dinheiro no banco o dinheiro passa a ser do banco, para fazer com ele o que bem entender. Nenhum do dinheiro que está no banco é do utilizador.
É por isso que o banco paga juros sobre o dinheiro lá ‘depositado’, nós emprestámos o nosso dinheiro ao banco.
Na Dívida Nós Confiamos (In Debt We Trust), é um documentário da autoria de Danny Schechter.
Um filme que aborda, a cima de tudo, a forma como o sistema de crédito americano afecta a sua sociedade. No filme são mostrados muitas histórias de pessoas em concreto, entrevistas e relatos de vida. É feita também uma abordagem à publicidade e à incrível facilidade com que se pode aceder ao crédito na América. Toda a sociedade gira em torno do crédito fácil. É exactamente no sentido de nos consciencializar para esta problemática que o filme é dirigido.