Esta entrevista por Alex Jones a Lindsey Williams poderá ser uma prova final de tudo o que temos andado aqui a discutir. Desculpem este palavriado de ‘prova final’. É complicado andar em paralelo com ‘previsões’, mas o único que gostava era que ouvissem pelo menos a primeira parte e mantivessem essa informação em mente. Tentem retê-la sem ‘acumular’, sem fazer qualquer juízo de valor. Sem tentar dizer se é verdadeira ou falsa. Apenas retê-la. É o mesmo que eu vou fazer. O tempo encarregar-se-à depois de revelar a verdade sobre a informação passada nesta entrevista.
Malta… Estou de volta, e para tal deixo aqui mais uma bela história de vos deixar os p****lhos de pé!
Todos nós nos recordamos da série televisiva que decorria numa ilha secreta, desconhecida de todos mas que encerrava nela um grande poder… Pois a realidade ultrapassa a ficção e uma ilha semelhante pode encontrar-se no golfo do México, e o poder dela é o ouro negro… O PETRÒLEO.
Durante anos os economistas têm definido a saúde económica de um país pelo seu Produto Interno Bruto. O problema é – sempre que uma floresta é abatida o PIB sobe. Sempre que há um derrame de petróleo o PIB sobe. Sempre que um paciente de cancro é diagnosticado o PIB sobe. É assim que medimos o progresso económico?
“O estudo do dinheiro, a cima de qualquer campo na economia, é aquele em cuja complexidade é usada para disfaçar e ocultar a verdade, não para a revelar”.
Os presidente da França e do Brasil, Nicolas Sarkozy e Lula da Silva, pediram hoje, em Paris, uma “mudança na governança mundial”, após um encontro preparatório da cimeira do G8, que integra os sete países mais ricos do mundo e a Rússia, com início amanhã em Átila, na Itália.
“Depois da crise, nada poderá ser como dantes”, por isso “pedimos uma mudança da governança mundial [e] no crescimento global para que a questão climática seja uma prioridade”, disse Sarkozy, no Palácio do Eliseu, durante a conferência de imprensa conjunta com o seu homólogo brasileiro.
O chefe de Estado francês disse que vê a crise econômica global como “uma oportunidade” para a mudança mundial. Lula apelou para que “o sistema financeiro seja definitivamente vigiado, que os paraísos fiscais não existam mais e que a economia seja aberta e dinâmica”. “Se a ONU tivesse uma representação legítima de nossa geografia, muitas coisas poderiam ser resolvidas com mais rapidez”, acrescentou Lula.
Os chefes de Estado francês e brasileiro discutiram, entre outros temas, a reforma do Fundo Monetário Internacional (FMI), o combate aos paraísos fiscais bem como a execução das medidas anticrise aprovadas na cimeira de Abril, realizada em Londres.
A reunião do G8 contará com a presença de convidados de 12 países e organizações internacionais, incluindo as cinco maiores economias emergentes -Brasil, China, Índia, África do Sul e México.
MRA Alliance/Agências
“Se a ONU tivesse uma representação legítima de nossa geografia, muitas coisas poderiam ser resolvidas com mais rapidez”
ONU faz parte da equipa.. obviamente as coisas seriam resolvidas mais rapidamente e mais à maneira…
O papa Bento XVI defende a criação de uma nova ordem mundial na encíclica ‘Caritas in veritae’ – A caridade na verdade – divulgada esta terça-feira, no Vaticano, propondo a criação de uma “verdadeira autoridade política mundial”, para combater a crise económica global.
A “nova ordem” proposta pelo Santo Padre assenta na reforma das Nações Unidas (ONU) e estabelece como objectivos prioritários o governo da economia mundial, o desarmamento, a segurança alimentar, a protecção do ambiente e a regulação dos fluxos migratórios.
A terceira encíclica do pontificado de Bento XVI considera a actual crise económico-financeira como “uma ocasião de discernimento” propícia à “elaboração de nova planificação” através de uma “ética humana” que reavalie o papel e o poder do Estado na economia.
MRA Alliance/Agências
Uma ordem mundial… um governo… uma religião!
E a “regulação dos fluxos migratórios.” !! Ou seja, os mulçumanos ficam onde estão, não se pretende variedade religiosa nem cultural…
Eu deixei de postar durante uns tempos.. mas as coisas continuam a acontecer…
Muito bom mesmo, um grande base de dados de documentários que se podem ver directamente da internet, alguns em Espanhol (para quem percebe pode ser muito bom), e também com a opção de download directo.
Na Dívida Nós Confiamos (In Debt We Trust), é um documentário da autoria de Danny Schechter.
Um filme que aborda, a cima de tudo, a forma como o sistema de crédito americano afecta a sua sociedade. No filme são mostrados muitas histórias de pessoas em concreto, entrevistas e relatos de vida. É feita também uma abordagem à publicidade e à incrível facilidade com que se pode aceder ao crédito na América. Toda a sociedade gira em torno do crédito fácil. É exactamente no sentido de nos consciencializar para esta problemática que o filme é dirigido.
A Conspiração Capitalista (The Capitalist Conspiracy) é um documentário com cerca de 50 minutos realizado por G. Edward Griffin algures nos 60’s.
Com uma imagem bem antiga, segue toda temática de Zeitgeist e outros documentários relacionados, mas abordando apenas a questão financeira e as conspirações por detrás dos Banqueiros Internacionais.
Este documentário mostra-nos como os temas abordados em Zeitgeist não são recentes. Já há muito que se falam mas têm sido esquecidos pela dificuldade em passar informação.
Deixo-vos para vocês verem e tirarem as vossas conclusões.
Apenas cerca de 15% da energia gerada pelo combustível serve para movimentar o nosso carro na estrada ou por a funcionar os extras do carro como o ar condicionado ou o rádio. Toda a restante energia é perdida pela ineficiência dos actuais motores. Portanto, o potencial para aumentar a eficiência dos combustíveis é enorme. Um carro eléctrico custa apenas 2 dólares por 100km com muita mais eficiência do que um a gasolina a 20 dólares por 10km.
Este vídeo fala por si só. Para alem de mostrar a ignorância dos americanos sobre a criação de energia, também demonstra que já existem fontes totalmente limpas de energia. Como por exemplo uma criação de um carro totalmente movido a electricidade capaz de ser mais rápido do que carros como o Porche Carrera ou o Ferrari 360 Spider. Mostra também como uma família americana é perfeitamente capaz de iluminar a sua casa e os seus electrodomésticos bem como por o seu carro a funcionar apenas com a energia solar.
Já agora os curiosos em carros eléctricos e sistemas “limpos” podem também dar uma vista de olhos NESTE SITE
Fevereiro de 2009 o Movimento Zeitgeist lançou, juntamente com o Projecto Vénus, um documento com o objectivo de melhor esclarecer e orientar o movimento activista ‘Zeitgeist’.
O documento esclarece melhor os pontos abordados no filme Addendum e adiciona muito mais informação à já divulgada. Juntamente com o documento em texto vem uma apresentação orientada à divulgação e conferências.
Decepção, fraude, engano, desilusão, são tudo sinónimos de ‘deception’ e são tudo sinónimos de Obama!
Da autoria de Alex Jones chega ‘The Obama Deception‘, um documentário impressionante, no mínimo, que expõe, logo após dois meses do mandato da nova administração Americana, as mentiras e falsidades que têm, uma vez mais, vindo a ser perpetuadas.
O Presidente Obama surgiu como um messias, um salvador, que iria dar a América aquilo que o Bush não deu: estabilidade económica, segurança social, poder no povo. Mas será mesmo? Afinal de contas, até agora o que é que o Mr. Obama logrou fazer para além de desmentir e contrariar tudo o que prometera?
O filme é fácil de adquirir em alta qualidade basta procurar devidamente.
Pelo pouco que li sobre o que se tem falado na cimeira do G20, parece que se irá injectar ainda mais dinheiro na economia de modo a gerar mais riqueza, trabalho, e produtividade. Segue aqui mais uma opinião do MRA Alliance (http://www.lawrei.eu/MRA_Alliance/?p=3478).
Lá vamos nós dar mais um pulinho no poder económico e falsear a crise que se vive. O pior vai ser depois quando viermos para baixo. Lembrem-se que depois da subida vem sempre a descida. E mesmo quando a descida é ligeiramente atenuada a montanha há de ter um fim.. e aí descemos a pique.