Seguindo a clarificação que nos é dada em Money as Debt II, vamos rever o que acontece no depósito e empréstimo de dinheiro entre um indivíduo e um banco.
Depósito:
Quando depositamos o nosso dinheiro num banco costuma-mos dizer que é ‘o nosso dinheiro que está no banco’. No entanto, isso não é verdade.
Ao depositarmos dinheiro num banco o que estamos na verdade a fazer é a dar o nosso dinheiro ao banco. O banco então emite um ‘certificado’ no qual promete devolver-nos o dinheiro quando assim o quisermos. Esse certificado é visto pelo utilizador como a ‘conta no banco’, p.e. 100€.
Aqui a palavra depósito é incorrectamente utilizada. O que na verdade o depósito constitui é um empréstimo do individuo para o banco. Nós emprestamos dinheiro ao banco, dinheiro esse que o banco promete pagar-nos de volta. Por isso, o que a nossa conta bancária representa é o dinheiro que o banco nos deve e a sua promessa em pagá-lo.
Daí ao depositarmos o dinheiro no banco o dinheiro passa a ser do banco, para fazer com ele o que bem entender. Nenhum do dinheiro que está no banco é do utilizador.
É por isso que o banco paga juros sobre o dinheiro lá ‘depositado’, nós emprestámos o nosso dinheiro ao banco.
De uma forma muito bem explicada, Money as Debt II, vem completar e clarificar a mensagem do primeiro filme. Mais ainda, o autor avança com novas propostas para possíveis sistemas financeiros, alternativos ao actual.
O objectivo do filme é expor a fraude financeira em que vivemos hoje em dia. Aqui, a palavra ‘fraude’ ganha principal destaque pelo facto de se dever à ignorância do público perante o que realmente acontece na gestão do dinheiro por parte dos bancos.
No filme é tratado com detalhe o processo que envolve a criação de um empréstimo e de como este cria, por si só, novo dinheiro em circulação.
Muito bom mesmo, um grande base de dados de documentários que se podem ver directamente da internet, alguns em Espanhol (para quem percebe pode ser muito bom), e também com a opção de download directo.
A Conspiração Capitalista (The Capitalist Conspiracy) é um documentário com cerca de 50 minutos realizado por G. Edward Griffin algures nos 60’s.
Com uma imagem bem antiga, segue toda temática de Zeitgeist e outros documentários relacionados, mas abordando apenas a questão financeira e as conspirações por detrás dos Banqueiros Internacionais.
Este documentário mostra-nos como os temas abordados em Zeitgeist não são recentes. Já há muito que se falam mas têm sido esquecidos pela dificuldade em passar informação.
Deixo-vos para vocês verem e tirarem as vossas conclusões.
Fevereiro de 2009 o Movimento Zeitgeist lançou, juntamente com o Projecto Vénus, um documento com o objectivo de melhor esclarecer e orientar o movimento activista ‘Zeitgeist’.
O documento esclarece melhor os pontos abordados no filme Addendum e adiciona muito mais informação à já divulgada. Juntamente com o documento em texto vem uma apresentação orientada à divulgação e conferências.
Decepção, fraude, engano, desilusão, são tudo sinónimos de ‘deception’ e são tudo sinónimos de Obama!
Da autoria de Alex Jones chega ‘The Obama Deception‘, um documentário impressionante, no mínimo, que expõe, logo após dois meses do mandato da nova administração Americana, as mentiras e falsidades que têm, uma vez mais, vindo a ser perpetuadas.
O Presidente Obama surgiu como um messias, um salvador, que iria dar a América aquilo que o Bush não deu: estabilidade económica, segurança social, poder no povo. Mas será mesmo? Afinal de contas, até agora o que é que o Mr. Obama logrou fazer para além de desmentir e contrariar tudo o que prometera?
O filme é fácil de adquirir em alta qualidade basta procurar devidamente.
Pelo pouco que li sobre o que se tem falado na cimeira do G20, parece que se irá injectar ainda mais dinheiro na economia de modo a gerar mais riqueza, trabalho, e produtividade. Segue aqui mais uma opinião do MRA Alliance (http://www.lawrei.eu/MRA_Alliance/?p=3478).
Lá vamos nós dar mais um pulinho no poder económico e falsear a crise que se vive. O pior vai ser depois quando viermos para baixo. Lembrem-se que depois da subida vem sempre a descida. E mesmo quando a descida é ligeiramente atenuada a montanha há de ter um fim.. e aí descemos a pique.
Paul Kanjorski, presidente da Subcomissão do Mercado de Capitais do Congresso dos Estados Unidos, revelou que o mundo esteve à beira de um colapso financeiro global, no dia 15 de Setembro do ano passado, tendo o desastre sido evitado devido ao encerramento dos mercados decidido pelas autoridades monetárias norte-americanas que impediu uma “corrida electrónica aos bancos.” Naquele dia, cerca das 11 da manhã (hora de Nova Iorque), a Reserva Federal (Fed) detectou uma retirada massiva de fundos dos mercados monetários, que atingiu cerca de USD 550 mil milhões/bilhões (mm/bi) no espaço de uma hora ou duas, através de resgates electrónicos”, explicou Kanjorski, durante uma entrevista à cadeia de televisão norte-americana C-Span.
“O Tesouro abriu as janelas do crédito para ajudar”, disse Kanjorski. “Eles injectaram 105 mm/bi no sistema mas concluíram rapidamente que não poderiam controlar a erosão. Estávamos a assistir a uma corrida electrónica aos bancos. Eles decidiram congelar todas as contas bancárias e anunciaram a extensão das garantias dos depósitos para USD 250 mil, por cada conta, para evitar o pânico. Isto foi o que realmente aconteceu. Se eles não tivessem feito aquilo, os prognósticos apontavam para que, cerca das duas da tarde, USD 5,5 mil biliões/triliões (mibi/tri) teriam sido retirados do mercado monetário dos Estados Unidos. A economia norte-americana teria entrado em colapso e, 24 horas depois, a economia mundial teria igualmente entrado em colapso. (…) Teria sido o fim do nosso actual sistema político e económico, tal como o conhecemos.”
America: Freedom To Fascism (Da liberdade ao Facismo) é um documentário de realização pessoal por Aaron Russo. O documentário resulta de uma pesquisa que o próprio Aaron leva a cabo.
Nos filmes de Zeitgeist foi-nos mostrado a forma como os Bancos Centrais literalmente governam a economia de um país. Pensamos que o estado está a cima de tudo numa nação mas depois somos confrontados com a realidade de que os Bancos Centrais (idem Reserva Federal Americana) que governam o fluxo de dinheiro de nações são na verdade entidades privadas.
O que? Entidades privadas a governarem um país que é do povo? Privadas como eu e tu? Familias com nomes? Sim.
Esta realidade só por si já é realmente assustadora. E por isso nos perguntamos, então e o Estado não faz nada para evitar isso?
E se o estado tivesse ‘feito’ com os Bancos Centrais?
Pegando no exemplo Americano, Aaron Russo, leva-nos a ver como a lei que obriga o pagamento do ‘INCOME TAX’ na América, imposto pelo trabalho, na verdade não existe e que tem sido uma mentira perpétuada pelo estado Norte Americano desde a imposição da Reserva Federal.
Então temos um Presidente a dizer aos cidadãos que existe uma lei que lhes obriga a pagar um imposto e que no final de contas essa lei não existe!!! Onde no final, todo o dinheiro pago pelo cidadãos norte americanos vai directamente para pagar as dividas à Reserva Federal. As mesmas dividas que são faladas no ‘Zeitgeist Addendum‘ e no ‘Money as Debt‘.
Com toda esta informação as peças começam a juntar-se e o puzzle que teve escondido durante um século começa a ser revelado. Para todos os públicos ‘America: Freedom to Fascism’ é um filme que DEVE ser visto.
O filme está disponivel e legendado em Português. A baixo deixo os links para ver directamente na net.
Como já foi referido no post do Addendum, perguntas como, “quem cria o dinheiro”, “que leis regem o dinheiro em circulação”, “onde acaba o dinheiro”, “o que dá valor ao dinheiro”, ficam certamente fora do pensamento diário do ‘povo’.
Mas esta atitude deveria mudar! Deveriamos parar e pensar sobre esta questão. Espero que este mini documentário venha a dar a informação necessária para abrir as portas a todas estas questões. Talvez possa mudar um pouco a nossa posição na sociedade.
E percebermos assim como, idependentemente de crises e periodos ‘prosperos’, funciona o nosso sistema financeiro.
Por sorte, às vezes as coisas boas não vêm sós. Após o lançamento do primeiro filme, surge agora “a continuação”.
Para quem “desgostou” ou “fransiu o sobrolho” porque o primeiro filme foi muito ‘teoria’ (notar as aspas) da conspiração, o segundo certamente deitará por terra esses argumentos. Longe de qualquer teoria o primeiro apresenta exclusivamente factos!
E factos sobre o quê? Sobre aquilo que é mais importante para a nossa sociedade actual eao mesmo tempo ignorado, o dinheiro.Pode parecer estranho ao proferir estas palavras, mas algumas vez pensaram de “onde vinha o dinheiro”? Que leis é que o regem? Quem o controla e o que realmente lhe dá valor?
O dinheiro é hoje em dia um ‘bem’ que a sociedade aceita como presente e incontestável. Como o ar, a água e o sol, o dinheiro (na mente das pessoas) simplesmente existe e está lá. Não interessa de onde vem, não interessa porque existe, não interessa para onde vai. Está lá, e isso é suficiente para que todos nós dormamos bem à noite. Mas deveria ser assim?
O primeiro filme abordou ligeiramente esta questão. Contrariamente, o segundo filme, aborda praticamente só esta questão.
Não acham curioso que, numa sociedade baseada no dinheiro, o esclarecimento sobre a sua natureza seja completamente ignorado por, digamos, todos? Na escola ensinam muita coisa, desde Jesus Cristo às melhores técnicas para ‘encestar’ uma bola no cesto. Mas.. então e o dinheiro? E o sistema financeiro? Não seria importante isso ser um tema BASE no nosso ensino? De modo a incentivar nos jovens novas ideias para melhorar a sociedade? Talvez se desde pequenos percebessemos como o dinheiro funciona já alguém teria vindo cá para fora com alguma ideia para melhorar todo o nosso sistema social. Ou talvez já tivesse havido uma revolução tal que já não estávamos aqui.
Segue o filme para pensarem por vós próprios. É só ver os links abaixo.
Pessoalmente aconcelho o download do torrent, pois a qualidade de video é muito melhor e pode ser depois convertido em DVD. Espero pela vossa resposta a discussão.
Já agora… no final dum dia de trabalho, para quem é que tiveram a trabalhar?