O Génio de Charles Darwin (The Genius of Charles Darwin)

Olá a todos,

Já estavamos a algum tempo sem um post genuino a um documentário.

Ora bem, hoje em dia, infelizmente, existe ainda um grande debate sobre a origem da espécie humana e, em geral, sobre a origem das espécies. Reparem que a pergunta é diferente da pergunta sobre a origem da vida e sobre a origem do Universo.

Durante muito tempo, (demasiado até) as espécies do nosso planeta (nós incluídos) eram tidas em origem divina sendo portanto imutáveis. Por imutáveis entende-se (como sempre se entendeu) que não mudam ao longo do tempo. Terão sido, portanto, criadas divinamente na criação inicial, mantendo-se inalterados até aos dias de hoje. Esta é a visão criacionista para a origem da vida e das espécies. Da mesma visão surgem Adão e Eva, como primeiros homem e mulher dos quais nós todos, seres humanos, somos descendentes.

Hoje em dia, há muita gente moderna que acredita nessa versão criacionista. Obviamente, dada pela religião. E assim, fácil e simples, sem mais qualquer pergunta ou desafio, surge a explicação para toda a nossa existência. Adão e Eva, um estalar dos dedos.

Esta visão foi abalada primeiramente com o surgimento dos fósseis. Se Deus criou tudo no momento inicial, então como haviam espécies que já não existiam? Surgiu assim a teoria das criações múltiplas. Deus criou novas espécies após cada catástrofe responsável pela destruição anterior. (Esquisito, mas foi essa a teoria que surgiu de forma a explicar a origem dos fósseis).

Até que, há cerca de século e meio atrás, surgiu uma personalidade que veio revolucionar toda esta visão/crença. O seu nome foi Charles Darwin. Darwin foi, aos 22 anos, convidado a viajar pelo mundo, abordo do HMS Beagle, numa missão de reconhecimento. À data, Darwin era crente e religioso. Contudo, algo súbito ocorreu durante a viagem. Darwin foi confrontado com a variedade das espécies e, sobretudo, com a forma como estas se distribuíam e com as características que apresentavam perante essa distribuição. Darwin começou assim a reunir factos, cada vez mais, e a pensar sobre o que observava. Acabou, ao fim de uma vida de pesquisa, por publicar a teoria que viria a revolucionar toda a nossa maneira de olhar para a vida, o universo, e tudo à nossa volta. Publicou-a num livro, “A Origem das Espécies – Por Selecção Natural”, no título original, “The Origin of Species – by Natural Selection”.

Com este livro, Darwin possibilitou a todos podermos olhar para a origem da diversidade da vida, incluindo nós próprios, de uma forma racional e baseada em factos. Eliminando assim a crença de que Deus criara todas as espécies imutáveis.

Hoje em dia, a evolução é considerada um FACTO. As provas de que os seres vivos evoluem para gerar novas espécies são tão avassaladoramente abundantes que não deixam margem para qualquer acto criador, desde provas fisiológicas nos animais, aos fósseis, às espécies intermediárias, e mais actualmente, à genética (que constitui a maior prova de todas). Aliás, não existe qualquer prova de que as espécies não tenham evoluído nem nunca surgiu nenhuma prova que deitá-se por terra a teoria da evolução, apesar de todos os esforços nesse sentido.

Se me permitem expressar a minha opinião, eu aceito perfeitamente a evolução. Dá todo o sentido a minha origem e ao meu papel na terra. Os religiosos alegam sempre que o Homem é superior aos animais. Que os animais não têm alma, ou que não merecem o céu. Eu digo com todo o orgulho, que não sou mais que um cão, uma formiga, uma minhoca, um peixe, ou um macaco. Na verdade nós somos Símios, tal como os chimpanzés e os babuínos.

No documentário que apresentando, Richard Dawkins, fala-nos, de uma forma bem explicada, sobre a teoria da evolução proposta por Darwin. O Documentário apresenta-se dividido em três episódios. Espero que com ele, possas reflectir sobre a nossa posição em relação à origem das espécies e, acima de tudo, pensar sobre a nossa (humanos) posição na terra e superioridade em relação aos outros animais. Penso que a melhor maneira de percebermos o mundo e a nossa mentalidade é percebermos a sua origem. Já que ainda não há resposta para a origem do universo, (da vida já há mas isso fica para outro post), tentemos perceber a origem da nossa espécie e certamente a nossa mentalidade mudará bastante.

Deixo-vos na companhia dos links que redirecionam para o documentário. Desculpem, mas ainda não há traduções para português online, para ver em directo na web. Para arranjá-lo legendado em português talvez a melhor maneira é comprá-lo na loja dos torresmos mais próxima de ti. Se não encontrares a loja podes sempre perguntar a quem sabe onde ela fica.

Wikipedia

Parte 1 – Google Video

Parte 2 – Google Video

Parte 3 – Google Video (ainda não disponível)

Assim que encontrarmos disponível actualizaremos o post.

Comentem, ponham duvidas. =)

9 Responses to O Génio de Charles Darwin (The Genius of Charles Darwin)

  1. 4zbruno diz:

    Antes de mais quero agradecer-te por me teres gravado o documentário!

    João, o conceito de Deus que insistes em refutar é rudimentar e fútil, apoias-te sistematicamente sobre a desvalorização desse conceito para elevares o teu ponto de vista =)

    Dawkins, sobre “a evidência dos factos, enormemente suportados”, “É como um tribunal de justiça, onde ninguém pode se levantar e dizer…” (tipo de argumento falacioso, recorre-se a uma autoridade para fundamentar uma afirmação. Afirma-se que determinada tese é correcta, porque o Sr. Fulano Tal, grande autoridade na matéria em discussão ou em outras matérias, o disse. Muitas vezes, pode não existir qualquer falácia no argumento, mas outras vezes, em que um ou mais dos pressupostos seguintes não se encontram preenchidos, assistiremos a um incorrecto uso do mesmo). Esta não é a melhor postura para abordar o tema, especialmente quando tenta abrir a mente dos jovens, acaba também por demonstrar um grande ponto fraco dele, deixa-se levar pela indignação e revolta, deve agir naturalmente e sem preconceitos, afinal de contas cada um é “livre” de escolher o seu caminho, tal como ele foi. Contudo, é de louvar a sua atitude!

    Os povos formaram ideias muito divergentes a respeito da criação, conforme o grau dos seus conhecimentos. A razão que apoia-se na ciência, reconheceu a impossibilidade e a contradição de algumas teorias. Dawkins: “É um dos motivos pelo qual eu não acredito em Deus.” Por todo o mundo, por todas as religiões, existe os mais variados conceitos de Deus, desde os mais rudimentares aos mais morais, pergunto-me qual é o seu conceito de Deus? Evolucionismo, a única objecção que se pode fazer a essa teoria é que, está em contradição com o texto dos livros bíblicos, mas uma análise séria fará reconhecer que essa contradição é mais aparente do que real e resulta da interpretação dada a certas passagens dos textos que em geral têm um sentido alegórico e figurado.

    A questão do primeiro homem, Adão, ter sido a única fonte que originou a humanidade não é o único ponto sobre o qual as crenças religiosas tiveram que se modificar. A bíblia diz igualmente que o mundo foi criado em seis dias e fixa a época da criação por volta 4 mil anos (a ciência comprova que a idade da terra é de aproximadamente 4,6 bilhões de anos) antes da Era cristã. Antes disso, a terra não existia, ela foi tirada do nada. Mas a ciência vem provar o contrário, a formação da terra esta gravada em caracteres nítidos e indiscutíveis no mundo fóssil, e está provado que os seis dias da criação representam períodos que podem constituir-se, cada um, de centenas de milhares de anos, isto é um facto tão constatado quanto o movimento da terra, que a teologia (estudo dos dogmas e dos textos sagrados) não pode recusar a admitir, uma prova evidente do erro a que se está sujeito a cair por tomar ao pé da letra as expressões de uma linguagem frequentemente figurada. Devemos por isso concluir que a bíblia está errada? Acho que não, mas podemos concluir que os homens, em muitos pontos, se enganaram ao interpretá-la.

    A ciência, ao escavar os arquivos da terra, descobriu a ordem em que os diferentes seres vivos apareceram na sua superfície, e essa ordem está de acordo com a que é indicada no Gênese (primeiro livro do velho testamento escrito por Moisés, onde se descreve a criação do mundo), com a diferença de que toda a criação, em vez de ter saído miraculosamente das mãos de Deus em algumas horas, conforme esta escrito no livro, mas simplesmente de acordo com a lei das forças da natureza, em alguns milhões de anos. A ciência neste ponto concordante com Moisés, coloca o homem em último ligar na ordem da criação dos seres vivos; mas enquanto Moisés, no Gênese, põe o dilúvio universal no ano de 1654 após a Criação, a geologia nos mostra o grande cataclismo anterior ao aparecimento do homem na terra. Até hoje não se encontrou nas camadas primitivas do globo nenhum indício nem da presença do homem nem de animais da mesma categoria do ponto de vista físico. Mas nada prova que isso seja impossível, muitas descobertas já lançaram dúvidas a esse respeito. Pode-se portanto, de um momento para outro, adquirir a certeza material dessa anterioridade da raça humana, e então se reconhecerá que, sobre esse ponto, como em outros, o texto bíblico é um símbolo, uma reprsentação. A questão é saber se o cataclismo geológico é o mesmo que atingiu Noé. O certo é que a duração necessária à formação das camadas fósseis não permite confundi-los, e a partir do momento que se tiverem encontrado traços da existência do homem antes da grande catástrofe, ficará provado ou que Adão não foi o primeiro homem, ou que sua criação se perde na noite dos tempos. Contra factos não há argumentos possíveis e será preciso aceitar esses factos, como se aceitou o do movimento da terra e os seis períodos da “criação”. A existência do homem antes do dilúvio geológico, na verdade, ainda é hipotética, mas eis aqui um detalhe que revela que não é assim. Ao admitir que o homem tenha aparecido pela primeira vez sobre a terra 4000 anos antes de Cristo, e que, 1650 anos mais tarde, toda a raça humana tenha sido destruída, com excepção de uma única família, resulta que o povoamento da terra ocorreu somente a partir de Noé, ou seja, 2350 anos antes da nossa era. Porém, quando os hebreus emigraram para o Egipto no décimo oitavo século, encontraram esse país muito povoado e já muito avançado em civilização. A História prova que nessa época também a Índia e outros países estavam igualmente florescentes, sem mesmo se levar em conta a cronologia de alguns outros povos que remonta a uma época ainda bem mais antiga. Teria sido preciso, portanto, que do vigésimo quarto ao décimo oitavo século, ou seja, no espaço de 600 anos, não somente os descendentes de um único homem pudessem povoar todos os imensos países então conhecidos, supondo que os outros não o fossem, mas também que, nesse curto espaço de tempo, a espécie humana pudesse se elevar da ignorância absoluta do estado primitivo ao mais alto grau de desenvolvimento intelectual, o que é contrario a todas as leis antropológicas (ciência que estuda as fases de evolução do homem).

    A diversidade das raças vem, ainda, em apoio a essa opinião. O clima e os costumes, sem dúvida, produzem modificações no carácter físico, mas sabe-se até onde pode chegar a influência dessas causas, e o exame fisiológico prova que há entre algumas diferenças mais profundas do que o clima pode produzir na constituição física do homem. O cruzamento das raças origina os tipos intermediários. Ele tende a apagar os caracteres extremos, primitivos, mas não os produz; apenas cria variedades. Portanto, em vista disso, para que houvesse cruzamento de raças, seria preciso que houvesse raças distintas. Como explicar a existência de raças tão distintas se lhes dermos uma origem comum e sobretudo tão próxima? Como admitir que, em tão poucos séculos descendentes de Noé fossem transformados a ponto de produzir, por exemplo, a raça etíope? Uma transformação desse porte é tão pouco admissível quanto a hipótese de terem uma mesma origem o lobo e o cordeiro, o elefante e o pulgão, o pássaro e o peixe. Mais uma vez: nada pode prevalecer contra a evidência dos factos.

    Tudo se explica, ao contrário, se admitirmos que a existência do homem é anterior à época que lhe é vulgarmente assinalada; a diversidade das origens; que Adão, que viveu há seis mil anos, tenha povoado uma região ainda desabitada; que o dilúvio de Noé foi uma catástrofe parcial e que foi considerada como um cataclismo geológico e, finalmente atentando para o facto da forma de linguagem alegórica própria do estilo oriental e que se encontra nos livros sagrados de todos os povos. Por isso é prudente não acusar apressadamente de falsas as doutrinas que podem cedo ou tarde, como tantas outras, desmentir aqueles que as combatem. Esse é o único meio de não mostrar ao cepticismo um lado vulnerável.

    Baseado no livro: “O livro dos Espíritos” ALLAN KARDEC

  2. mastiphal diz:

    “Até hoje não se encontrou nas camadas primitivas do globo nenhum indício nem da presença do homem nem de animais da mesma categoria do ponto de vista físico”

    Eu, tu, o teixeira, e os chimpanzés pertencemos à mesma categoria!!! Queres melhor?

    A evolução não segue uma corrente linear. O homo erectus não deu origem ao homo neanderthalis, e o neanderthalis deu origem ao homo sappiens. O homo erectus deu origem a ambos no mesmo espaço de tempo (neanderthalis = 300000 a 29000; sappiens = 200000 a 190000). Só com o surgimento do Sappeiens Sappiens (tu, eu, o teixeira) que derivou do Sappiens, é que o meanderthalis foi extinto, crê-se devido à luta de bens essenciais e ao ultímo recuo glacial… Queres mais um? o Homo Floresiensis, habitou as terras actuais da indonésia à apenas 13000 anos. A anatomia do mesmo é uma mistura do Australopithecus, do Homo erectus que têm uma distancia evolutiva de 1,2 milhões de anos, e ainda do Sappiens. O erectus e o sappens e o neanderthalis coabitaram em conjunto até que o erectus foi eleminado porque os outros eram superiores em termos evolutivos

    A evolução funciona como uma adaptação, um passaro com um bico maior vai sobreviver mais fácilmente que um da mesma espécie que tem um bico mais pequeno, porque o do bico maior chega com mais facilidado ao néctar das flores, conseguido assim sobreviver mais facilmente e assim passar os seus genes que lhe conferiram um bico maior à descendencia seguinte!

    “Portanto, em vista disso, para que houvesse cruzamento de raças, seria preciso que houvesse raças distintas. Como explicar a existência de raças tão distintas se lhes dermos uma origem comum e sobretudo tão próxima?”

    Mas duvidas que isso possa acontecer? Tens o caso da mula, que é e tão só o cruzamento de uma égua com um burro, tens o ligre, cruzamento do leão com o tigre, tens o caso, já se fez o cruzamento duma zebra com um cavalo. Não duvido muito que se eles pegassem num espermatozoide dum homem e o implantassem num óvulo duma chimpanze este não formasse um zigoto e rápidamente começa a dividir-se, provavelmente não durava muito mas iria-mos ter reacção.

    Queres outro processo evolutivo? Os cães, que por selecção e cruzamentos de individuos se criam novas espécies e variedades… Os terries foram criados pequenos para entrarem nas tocas dos coelhos, os huskies têm aptidão para o frio e para correrem grandes distancias porque são originários da tundra ártica, e não convinha terem lá um cão sem pelo e que não desse 3 passos sem por a língua de fora, os galgos são ágeis e magricelas para chegarem à velocidade máxima possivel o mais rápidamente possivel, and so on… Ou estas espécies foram criadas todas à 6000 anos ou à 13,2 biliões de anos quando se formou o universo ou à 3500 milhões quando ouve as primeiras formas de rna na terra ou em termos alegóricos no “5 dia da criação”.

    Sim o génesis é uma má interptetação dos textos primordiais escritos por moisés, mas com base nisso podemos refutar toda a bíblia, secalhar o diluvio de Noé foi apenas uma enchente no rio eufrates (Há registos desta enchente +/- no tempo de vida de Nóe), secalhar Jesus não curava os cegos e os enfermos e tudo não passou de um brilhantismo por parte dos tratutores ou dos autores dos textos originais…. É ai que assenta a minha refutação e a refutação do Teixeira a um ser superior… Se existe o tal de Deus porque é que este não desce à terra? Porque é que ele não elimina a fome, as guerras e as injustiças do mundo? Nós é que temos de demonstrar que merecemos? Com base no que? Em que enviou o seu filho para nos salvar? Porque é que não nos perduou logo do inicio? Ele é todo-poderoso porque simplesmente não o fez? A quem é que ele quer impressionar se ele é o Senhor de tudo?

  3. Joao Teixeira diz:

    Provavelmente este não é o melhor post para deixar este tipo de comentário. Ainda não tive tempo para comentar devidamente Bruno.

    Mas seguindo as últimas ideias do Mastiphal, (já agora, muito bem resumida a parte da evolução, especialmente o segundo parágrafo) penso que crença humana na superstição ou nos mistérios que não se podem explicar, sejam eles quais forem, é como aqueles botões antigos dos rádios. Em que para um dos lados ta off (completamente ateu) e depois dás um ‘click’ e o rádio começa a falar, a partir de aí é aumentar o som, mas a base nada muda, o que simboliza todos os outros tipos de crenças, desde o mais soft ao mais radical.

    “Portanto, em vista disso, para que houvesse cruzamento de raças, seria preciso que houvesse raças distintas. Como explicar a existência de raças tão distintas se lhes dermos uma origem comum e sobretudo tão próxima?”

    Respondendo um pouco mais a esta frase: a divisão entre espécies ocorre principalmente com a separação dos individuos por habitats diferentes. Por exemplo, se tiveres um bando de pássaros da mesma espécie e se, por alguma razão, forem separados em habitats diferentes (com caracteristicas diferentes) é muito provavel que os diferentes habitats exerçam pressões evolutivas diferentes sobre os individuos. Assim são favorecidas caracteristicas diferentes em cada população. Os animais que outrora foram da mesmo grupo e co-habitavam, vêm-se agora tão diferentes que já perderam inclusivé a capacidade de acasalar entre si.

    Já agora aproveito para definir espécie sobre o ponto de vista biológico. “Dois individuos (macho e femea) são da mesma espécie se conseguirem acasar entre si e gerar descendencia fértil”. Logo o burro e o cavalo apesar de gerarem descendencia (a mula) não são da mesma espécie porque a descendência não é fértil. A mula não dá crias, tudo acaba ali.

    Como disse o mastiphal, não me admirava que se um espermatozoide de um homem fecundasse o ovulo de uma femea chimpazé houvesse descendencia, mas certamente essa descendência seria defeituosa e morreria muito procemente ou não seria fértil.

    A teoria da evolução não explica a origem da vida, explica como de células inicias (que até podiam ser diferentes) se originou toda a variedade de espécies e complexidade biológica que vemos hoje à nossa volta.

    O ponto importante a reter é que, se outrora sempre se acreditou na origem das espécies como criação divina e agora esta é completamente explicada e entendida sob uma base natural, então faz todo o sentido que tudo possa ser explicado sobre a mesma base.

    Completando o último parágrafo do mastiphal, eu actualmente não só refuto um Deus superior como todo o pensamento baseado em crenças e superstição, sendo que este tipo de pensamento inibe e impede outras linhas de raciocinio lógico. E impossibilita as pessoas de quererem procurar mais. Acho que é isso que deve ser mudado na mentalidade actual, o facto de as pessoas se sentirem confortáveis com uma crença supersticiosa e isso lhes tornar conscientes de que não querem procurar para além dessa superstição para não perderem o conforto psicológico que sentem nessa ‘área’.

    Mesmo que daqui a uns anos se venha a confirmar a existência do universo como uma ‘criação inteligente’, certamente não se deverá a nenhum Deus mas sim a uma sociedade anterior à nossa que viveu num universo anterior ao nosso e que é tão natural quanto nós. Logo não deve ser adorada, deve ser percebida.

  4. ortografia diz:

    Século com C mata…Céculo
    mas ótimo post…parabéns

  5. natalia diz:

    olh aqi porra!
    vcs deveriam resumir isso mais bem ressumido!
    ta mto pouco resumido!
    to procurando uma coisa de 20 linhas e no max…50
    vcs colocam de 1000000
    a vew
    poxa a vida !
    seu bando de malsacra!!!
    so vc mesmopra gastar seu dedo com esse tando de merda…
    seu valcario…
    aaii!
    que odio!!!
    hum!
    tomam jeito!!♥
    desculpa qualquer coisa..
    mas por favor? mais RESUMIDO.
    ♥♥♥ amo vcs amores!!!
    desculpas!!!
    ♥♥

  6. natalia diz:

    obigada!
    vbcs sao uns amores!
    mas resumam isso bem mais resumido
    ok!
    bjs!
    ♥♥♥♥♥♥

  7. Joao Teixeira diz:

    Oi,

    Na altura que escrevemos o post não sabiamos ainda da opção de “Click para ler o resto” e também ainda não nos dedicámos a corrigir o post. Desde então os posts têm mostrado por omissão um resumo do que se mostra e depois um comentário pessoal, porque é esse o objectivo do blog. Este blog não é apenas para publicitar coisas.

    Seja como for, obrigado pela sugestão. E sendo que este é um dos posts mais vistos do blog, assim que tiver tempo irei completar e ajustá-lo.

    Obrigado

  8. Dimas diz:

    já existe legendas pra esse doc. procure no legenda tv.

  9. Dimas diz:

    já existem legendas pra esse doc. procure no legenda tv.

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