Jesus, O Mito?

Desde que vimos o Zeitgeist pela primeira vez que a ideia de que Jesus Cristo é apenas uma figura mitológica paira nas nossas cabeças.

Ultimamente tenho tido imensas conversas sobre o assunto. A maioria com ateus. A questão que se tem colocado é mesmo essa: apesar de no filme Zeitgeist nos dizerem que a figura de Cristo é mitológica, será que é mesmo?.. e as fontes do filme são fidedignas?

Penso que todos temos noção do impacto social que seria provar que Jesus não passa de um mito copiado. Que as histórias da Bíblia são mitos e alegorias penso que disso não há dúvidas (pelo menos entre nós), as respostas ficaram, uma vez mais, bem frisadas à conversa com um Professor de História no outro dia. Mas mesmo aceitando Jesus com um homem perfeitamente normal, sem nada de poderoso ou divino, será que ele existiu?

Eu pessoalmente sou defensor da tese de que Jesus não passa de uma fantasia. Mas atendendo às hipóteses cépticas que apesar de não aceitarem Cristo como divino também questionam o que nos é apresentado no Zeitgeist, eu gostaria de iniciar aqui uma busca entre o pessoal interessado que ajude a suportar a hipótese do Cristo mitológico.

O objectivo é colarem links nos comentários de forma a, entre todos, obtermos a maior quantidade de informação possível, pelo menos a disponivel na internet, quer a favor quer a contradizer a hipótese apresentada, inicialmente no Zeitgeist.

Fica aqui então a proposta.

Vamos lá, duma vez por todas, tentar desvendar o Mistério.

15 Responses to Jesus, O Mito?

  1. mastiphal diz:

    Acho que a maior prova da sua não existencia é mesmo não haver nenhuma prova da sua existencia, onde está o tal cálice ou outros dos seus objectos do côtidiano, porque os registos da sua vida só começam 30 anos depois da sua suposta morte? Para uma pessoa que supostamente foi a mais importante de todos os tempos as evidencias são inexistentes…
    É claro que não podemos negar a existencia de alguém só porque não deixou nada palpavel ou evidenciavel.

    Fica aqui um bom link acerca da sua inexistencia:
    http://nobeliefs.com/exist.htm

  2. Joao Teixeira diz:

    Estes links deu-me um amigo meu, ainda nao os explorei, mas ficam aqui para deixar outros explorarem.

    Já sabemos que a Wikipedia não é fonte, mas pelo menos serve para orientar as procuras para outros sites e referências.

    http://en.wikipedia.org/wiki/Jesus_myth_hypothesis
    http://en.wikipedia.org/wiki/Jesus_Seminar
    http://en.wikipedia.org/wiki/Jesus_Project
    http://en.wikipedia.org/wiki/Two-source_hypothesis
    http://en.wikipedia.org/wiki/Q_document
    http://en.wikipedia.org/wiki/Biblical_criticism
    http://en.wikipedia.org/wiki/Historicity_of_Jesus

    P.S. – Grande link Mastiphal

  3. cicero de oliveira diz:

    Existiu Nero? Existiu Cesar? Existiu Sócrates? Por que tanta preocupação de negar a existencia do meigo JesuS?
    Por que incomoda tanto a existencia deste incrível homem? Já pararam pra pensar nisso? Sinto muito , mas pra incomodar tanto um homem exemplar no que diz respeito ao amor e sabedoria só pode ser esse o motivo: sois tolos e ignorantes…Cuidado, voces podem estar sendo influenciados por , como disse Descartes, um ”maling geni” ou melhor ”GÊNIO MALIGNO”.

  4. Joao Teixeira diz:

    “Como disse Decartes”? Isso significa que é divino e dogmático e não pode ser questionado?

    A mim não me incomoda a existência desde ‘homem’ porque simplesmente ele não existiu, a meu ver.

    Sinceramente acho que se fosse compravo perante a comunidade mundial que Jesus nunca existiu iria haver uma grande mudança de pensamento. E esse pequeno grande passo abriria as portas para posteriores questões e descobertas.

    Mas da mesma forma que tu me perguntas porque é que eu estou tão empenhado em desmascarar o mito, eu posso-te perguntar, porque é que tu estás assim tão interessado em deixar o mito um mistério?

  5. mastiphal diz:

    cicero de oliveira, já que tanto acreditas em Jesus, porque não contradizes este post e provas-no por A+B de que Jesus efectivamente existiu, demonstra-nos o que te leva a acreditar que ele defacto foi a TAL pessoa que nasceu à 2009 anos atrás…

  6. 4zbruno diz:

    Lol =)
    =) lol
    Calma jubi, acho que o Cícero apenas utilizou uma expressão de Descartes. A teu ver não existiu, ao ver de alguém existiu. Uma coisa é certa, todos tem a necessidade de acreditar em algo, provavelmente no algo que lhes oferece maior equilíbrio físico e psíquico.
    Vejo comentários um pouco agressivos, ou seja, querem sustentar a verdade absoluta, na minha opinião quem se julga possuidor desta, ainda se encontra mais longe dela, devemos manter mente aberta ao invés de ter uma crença (acreditar em algo) e caminhar cegamente por ela, porque só com outra mentira é que se refuta a verdadeira mentira.
    Jubi concordo e discordo quando achas que a abolição do mito ou conceito de Jesus seria benéfico para a sociedade. Concordo no ponto de vista em que; como tu sabes foi benéfico para ti e alguns que conheces, mas discordo quando se procura generalizar abrangendo-o a uma escala mundial, uma crença que devemos ponderar a sua verdade absoluta e apenas se supõe segundo o teu ponto de vista (que está limitado á tua personalidade, aprendizagens, experiências etc. como as de qualquer um) ser um benefício para humanidade. A ideia que gostaria de deixar e que já me foi dito por uma gaja é: na natureza “Nada é repentino e quando o é algo falha”.

  7. Joao Teixeira diz:

    Sim, os comentários forum um pouco agressivos lá atrás. Peço desculpas. Já tinha notado isso mesmo antes de tu dizeres.

    Quando digo que iria ser benéfico para a sociedade é porque acho que tal descoberta iria alterar toda a estrutura social. Ou dar asas a que tal aconte-se.

    Uma vez mais sim, como essa “”gaja”” te disse, concordo que tal mudança não pode ser repentida, simplesmente não dá. Mas, isso não significa que não possa ser começada. Tal como não é repentino chegarmos à loja e comprarmos um carro, esta mudança também não é repentina. No entanto, se nunca pensarmos no assunto de comprar o carro ou não, nunca o iremos comprar. Não é?

    Até lá, mantêm-se o objectivo do forum. Arranjar informação. Mas como todos somos humanos, há momentos de maior exaltação que, por vezes, também fazem falta para mexer com as coisas.

  8. João Marques diz:

    Já pensaste que daqui a 2000 anos podemos pôr em causa a existência de um homem como Ghandi? Será que daqui por uns anos (ou mesmo hoje) alguém no seu perfeito juízo acredita que um homem de 40 e poucos kg de peso enfrentou exércitos sem nunca ter sido violento? A Humanidade tem a memória curta e a imaginação fértil.
    Uma recomendação: “The Man From Earth”. Uma visão espectacular sobre a Humanidade (e Jesus também) através do tempo. Aconselho a ver e a rever. Um filme muito bom!

    Parabéns pelo blog!

  9. mastiphal diz:

    João Marques, o teu ponto de vista é bom, mas tem um pequeno contra-ponto…

    Daqui a 2000 anos muito provavelmente recordar-se-á Ghandi da mesma forma que se recorda hoje em dia, uma explicação simples, existem muitos dados que confirmam a vida de entidades existentes à 2000 anos atrás ou até mais, exemplos de Homero, Confucio, Platão, Julius César, Cleópatra entre outros… Barack Obama daqui a 2000 será sempre recordado como o 1º presidente negro dos EUA, da mesma forma que Hitler pelo Holocausto ou Napoleão Bonaparte pelas suas conquistas, assim como Ghandi pelas suas “lutas” e ideáis…

    A Humanidade tem memória curta e imaginação fértil, mas talvez a prova consumada disso mesmo é a temática Jesus/Deus.

    Obrigado pela recomendação, já está na “lista de compras” dos torresmos eheheheh!!!!

    PS: é bom ver o blog activo com vários comentários ao dia, só nos dá mais ânimo para continuar-mos com este trabalho.
    Um bem haja a todos!

  10. Joao Teixeira diz:

    Como o mastiphal disse, há muitas provas que suportam a existência quer de contemporâneos quer de pessoas pré-Cristo, digamos assim. Não existem um buraco na história da humanidade. Existe apenas uma falha de registos históricos na história que todos contam sobre Jesus.
    Além desta falha histórica, têm-se exposto muitas relações entre Jesus e a mitologia pagã. Actualmente ainda tenho de fazer mais pesquisas para solidificar estes ‘factos’ (utilizemos as aspas por enquanto), especialmente para poder expor melhor o assunto a outras pessoas e poder assim trazer, da minha parte, provas sólidas para a mesa.
    É de reparar, uma vez mais, que as ‘provas’ em que os cristãos se apoiam para provar a existência física de Jesus são as muito dúbias e turvas linhas da Bíblia.

    Porque, o que é certo é que, quando juntamos a história dos primórdios do Cristianismo, Jesus Cristo nasceu… toda a gente esqueceu… umas décadas depois lembraram-se de novo. Jesus nasceu, aos 30 foi baptizado e depois foi crucificado. E na adolescência? Por onde andou Cristo?

  11. dalcateia diz:

    Pode dar uma olhada no único post do meu Blog

    http://anticeptico.wordpress.com/

  12. João Olders diz:

    Os Milagres De Cristo

    Pr. Stina

    Os verdadeiros milagres são de Deus, não pertencem ao homem. Um milagre é uma exibição do poder divino de maneira incomum e extraordinária.
    Jesus Cristo certa vez alimentou mais de cinco mil pessoas multiplicando cinco pães e dois peixes. Todos se maravilharam da Sua obra. Mas, todos os dias Deus alimenta milhões com os frutos da terra, e ninguém se maravilha.
    Por um processo abreviado, Cristo transformou água em vinho, e também nesse caso todos se maravilharam. Mas, diariamente Deus faz vinho de maneira usual, nos vinhedos, em quantidades quase ilimitadas, e ninguém se admira.
    O milagre divino, quando quer que seja operado, sempre é para curar, para salvar e chamar atenção para o poder divino.
    Os milagres de Cristo eram dessa natureza. Destinavam-se a chamar a atenção para o Seu ministério, e provar que Ele era o esperado Messias. A vinda de Cristo havia sido predita pelos profetas, séculos antes.
    Os milagres que Ele operou eram evidências da Sua divindade, e para ser acreditado como sendo o Enviado de Deus.
    Deus prometeu a vinda de Cristo ao mundo. Ele devia vir como Filho de Deus, com poder divino.
    Ao Jesus vir a esta terra, não veio para fundar uma religião, mas para cumprir as profecias do Antigo Testamento e as revelações já recebidas pelo povo de Deus.
    Os discípulos de Cristo, que testemunharam Seus milagres, não fizeram desses milagres a base de sua fé. Alguém poderá querer refutar esta afirmação citando João 2:23 “Muitos, vendo os sinais que fazia, creram no seu nome.” Mas a Bíblia declara a seguir: “Mas o mesmo Jesus não confiava neles porque a todos conhecia. . .ele bem sabia o que havia no homem”. Versos 24-25
    Em outras palavras: Ele recusava reconhecer tais discípulos. O verdadeiro discipulado baseia-se nas Escrituras Sagradas, e começa com o novo nascimento. “Sendo de novo gerados, não de semente corruptível, mas da incorruptível, pela palavra de Deus.” I Pedro 1:23
    Era natural que a doença, a dor e a morte deixassem de existir na presença de Cristo, porque Ele é o Filho de Deus, o Príncipe da vida, “o qual andou fazendo bem, e curando a todos os oprimidos do diabo.” Atos 10:38
    Foi por isso que Ele operou milagres. Alguns incrédulos falam como se o Senhor fizesse milagres para silenciar a descrença. Mas, a verdade é justamente o oposto.
    A Bíblia nos declara: “E não fez ali muitas maravilhas por causa da incredulidade deles.” Mateus 13:58.
    Cristo enfrentou todo desafio chamando a atenção de Seus oponentes para as Escrituras Sagradas, nas quais estava predita a Sua vinda e a Sua obra.
    Os milagres não foram dados para provar os ensinos de Cristo, mas para acreditá-Lo como Ensinador da verdade. Os seus milagres eram da natureza que o povo de Israel devia esperar fossem operados pelo Messias.
    No seu sermão do Pentecostes, Pedro disse: “Varões israelitas, escutai estas palavras: Jesus Nazareno, varão aprovado por Deus entre vós com maravilhas, prodígios e sinais, que Deus por ele fez no meio de vós, como vós mesmo bem sabeis; vós matastes, crucificando-o” Atos 2:22 e 23
    Os milagres eram para testemunhar da Sua divindade, da Sua qualidade de Messias. Em João 7:31 nos diz: “E muitos da multidão, creram nele, e diziam: Quando Cristo vier, fará ainda mais sinais do que os que este tem feito?”
    Os milagres de Jesus não eram apenas maravilhas: Eles eram maravilhas de cura, de bênção, e de ajuda. Os homens que viram as Suas obras disseram: “Tudo faz bem; faz ouvir os surdos e falar os mudos”. Marcos 7:37 e Mateus 4:23 assim relata: “E percorria Jesus toda a Galiléia ensinando nas suas sinagogas e pregando o evangelho do reino, e curando todas as enfermidades e moléstias entre o povo”.
    Pelos seus milagres o Salvador procurava ensinar fé no poder de Deus, não só para sarar o corpo, mas também a alma.
    Certa vez, quando alguns de Seus críticos o condenaram por dizer a um paralítico: “Os teus pecados te são perdoados”.
    Jesus lhes disse: “Ora, para que saibais que o Filho do homem tem sobre a terra poder para perdoar pecados, – disse ao paralítico – a ti te digo: Levanta-te, toma a tua cama, e vai para tua casa.” Lucas 5:24
    O poder que perdoa pecados é o mesmo que pode criar e curar. O efeito dos milagres do Senhor era atrair os homens para Deus.
    Podemos depender totalmente de Cristo. Ele cuidará de nós. Com segurança podemos confiar-nos a Ele para a vida presente e para a eternidade.
    Aos que confiam nEle, Jesus diz: “Eu sou a ressurreição e vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto viverá; e todo aquele que vive; e crê em mim, nunca morrerá.” João 11:25 e 26.
    Os milagres de Cristo o identificaram como o Filho de Deus. E na manhã da ressurreição, a manhã do dia final, o Seu poder de operar milagres introduzir-nos-á no lar celestial.
    Creiamos em Cristo como o Filho de Deus. Como o nosso Salvador pessoal.
    O mesmo Cristo que operou milagres no passado, é o mesmo que pode operar milagres na sua e na minha vida.
    É só aceitar o convite de Cristo: “Vinde a mim todos os que estais cansados e oprimidos que eu vos aliviarei.”
    Quando descansarmos nos braços dEle nós sentiremos o verdadeiro milagre de Cristo em nossa vida.

  13. Nicomedina diz:

    Sim, Jesus é um mito. Muitos argumentam que todo mito tem um pezinho na realidade, o que não significa, absolutamente, a existência de um Jesus histórico. Outros argumentam que todos os historiadores concordam com a existência do Jesus histórico, é só pegar os livros e ver que a afirmação é verdadeira, porém, não significa que ela corresponda à verdade. Ora, isso está muito confuso, como desatar esse nó? Recorrendo a própria história e lendo os mesmos livros com atenção. Para se criar um mito de sucesso é preciso, antes de tudo, um bom motivo. Depois se faz necessário poder, para se elaborar, dar sustentação e continuidade a esse novo culto. De cara, vemos três requisitos básicos que nunca se aplicariam a um grupo sem importância cultural, política, econômica e social.
    Na Antiguidade, as histórias dos deuses se constituíam no tempo mitológico, num tempo que nada o precedia. O Homem reconstruía esse tempo por intermédio das festas sagradas, quando se tornavam contemporâneos dos seus deuses criadores. O tempo mítico não incomodava ninguém. No entanto, o cristianismo resolveu inovar criando o seu personagem não mais no tempo mítico, mas no tempo cronológico, no tempo histórico e isso criou problemas. Eis o motivo principal pelo qual o cristianismo precisou ser imposto. Essa ousadia tamanha jamais estaria ao alcance de gente simples. Seria a imbecilização da história. Ninguém se atreve a tanto sem um bom motivo.
    No primeiro século da Era Comum estourou um violento confronto cultural entre gregos e judeus. O motivo disso vinha se avolumando há séculos, porque os judeus se recusavam a participar do ideal universal helenístico que propunha a integração de toda Humanidade num único povo. Eles queriam continuar judeus, praticando a sua tradição e crenças. Não se casavam com estrangeiros nem participavam das festas nas cidades que residiam, cidades gregas, diga-se de passagem. Essa afronta se transformou num ódio e num bem cultural grego. Para os gregos antigos odiar não era feio e era uma obrigação compartilhar do ódio da sua comunidade. Para agravar a situação, no primeiro século os judeus proliferavam assustadoramente e o proselitismo deles ganhava adeptos junto aos gregos menos favorecidos. O perfil da sociedade helênica da Era clássica, no qual as distinções sociais não eram tão perceptíveis, tornara-se muito diferente na Era helenística com o surgimento de classes ricas, cultas e ostentosas por causa da influência do luxo oriental. Os deuses das cidades nada faziam pelos gregos menos favorecidos. Na cultura helênica religião era coisa de mulher e escravo, uma válvula de escape para os segmentos menos favorecidos daquelas sociedades paroquiais. Mas o deus de Israel era diferente. Por intermédio do Antigo Testamento ele prometia bom sucedimento aos que cumprissem as suas leis. Exatamente como é hoje.
    Jamais os gregos permitiriam que o mundo se tornasse judeu. Eles precisavam reverter àquela situação de qualquer jeito. Sentiam-se de fato e de direito os verdadeiros tutores da Humanidade. A solução foi criar um antídoto contra o judaísmo, forjando um acesso histórico ao direito de utilização do Antigo Testamento. Daí surgiu o judaísmo grego ─ o cristianismo ─ com o seu judeu mitológico (Jesus Cristo) para salvar e unir toda a Humanidade de acordo com o antigo ideal universal helenístico. Não é à toa que a igreja patrística era toda grega, nunca foram encontradas evidências arqueológicas do chamado cristianismo judeu no judaísmo, não existe o nome de um único judeu na alegada transição do cristianismo para o mundo helênico. Os gregos são os inventores da história e o mito de Jesus vem sendo ensinado por eles, como um fato histórico, desde o século IV. Quando a gente sabe o que procura, os livros acabam contando.

  14. SANDRA diz:

    me explica então, as coisas q nem a cioencia explica . como por exemplo. chico chavier, madre teresa de caucutá, etc. chico pra mim ainda é um fenomeno. q não tem explicação se Deus não existe. porque eu peço a ele as coisas e na hora da minha angustia ele me socorre .
    dizem q vc só vai a deus por amor ou pela dor eu fui por amor e não me arrependo. e fico pasma quando vejo um ateu. nossa !!!!!!!!!!!! não dá para explicar a fé. ela mora dentro da gente. e é forte e enexplicavel. não tenho religião. só acredito em Deus. o resto tb tenho minhas duvidas, milagres, messias, etc…

  15. Nicomedina diz:

    Sandra, estou explicando história. Por outro lado, não vejo problema com as crenças pessoais, fossem elas somente pessoais. Tudo é ciência (conhecimento), o problema é que nem sempre a compreensão da gente chega lá. Aí aparecem os mais espertos e “explicam” à moda deles para tirarem proveito da boa fé alheia. Eu fico pasmo com ateus que não procuram se esclarecer, só com esses. quanto ao resto já estou acostumado.

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