Ministra da Saúde da Polónia Rejeita Vacinas Contra Gripe A

Por enquanto continuam os post cópia da minha parte com alguns comentários pelo meio. Para além de justificar a falta de tempo, estes posts ajudam a manter a informação armazenada, organizada e partilhada claro. É impressionante como com o passar do tempo se torna cada vez mais importante e interessante seguir blogs de autores independentes para nos informar-mos do que se passa por esse mundo fora, a todos os níveis.

Fica aqui um post retirado do Blog *Demo de Democracia*.

————————————————————————- Inicio da cópia  ————————————————————————-

Veja a grande diferença entre uma Ministra que se preocupa com seus cidadãos (a da Polónia) e de uma Ministra vendida à indústria farmacêutica (a nossa…)

Ministra da Saúde da Polónia Rejeita Vacinas Contra Gripe A

A Ministra da Saúde Polaca Ewa Kopacz disse ontem numa conferência de imprensa transmitida pelo canal de televisão Polaco TVN24, que o Governo irá rejeitar vacinação em massa da população contra a “gripe suína” por causa de preocupações com a segurança da vacina.

Ler mais deste artigo

“Uma Declaração de Separação”

Hoje nas minhas viagens pelo Google Reader dei com este post de OVigia. Achei bastante interessante o texto que O Vigia encontrou e partilhou com os seus leitores. Quero partilhar também com vocês. Para ler e pensar.

A Declaration of Separation

To The Governments & People of Earth:

We claim the right to exist, and we will defend it. We do not seek to overthrow anything. We do not seek to control anything. We merely wish to be left alone.
All we ever wanted was to live in peace with our friends and neighbors. For a long, long time we bore insults to our liberty; we took blows, we did what we could to avoid injury and we worked through the system to get the offenses to stop. That has now changed. We no longer see any benefit in working through the world’s systems. At some point, working within a system becomes cowardly and immoral; for us, that point has arrived. Regardless of the parties in power, their governments have continued to restrict, restrain and punish us. We hereby reject them all. We hereby withdraw from them all. We hold the ruling states of this world and all that appertains to them to be self-serving and opposed to humanity.
We now withdraw our obedience and reclaim the right to strike back when struck. We will not initiate force, but we do reserve the right to answer it. We did not choose this—it was forced upon us.

Ler mais deste artigo

Gripe A: Bebés saudáveis até dois anos começam a ser vacinados hoje

O título do post é também o título desta notícia que se pode ler hoje no Jornal I.

Mesmo depois de tantos órgãos de peso no mundo da saúde, como enfermeiros e médicos, a questionar a segurança da vacina, tal como diversos países a proibirem o adjuvante usado em Portugal, parece que o nosso país não perde tempo em avançar com mais vacinas. É curioso ver que mesmo com um confronto que já ultrapassa a barreira dos blogs «estranhos» da Internet, não há nada que pare ou, pelo menos, abrande esta onda (para não dizer Tsunami) de injecções. Penso que um pouco de calma e pensamento deveria ser dedicado ao assunto. No entanto, é bom relembrar que quaisquer debates ou discussões na televisão são duvidosos devido à manipulação dos mídia representativos.

Realço aqui uma parte da notícia a cima discriminada:

Morte em Portalegre Ontem à noite foi anunciada a morte de um feto com 34 semanas, depois de a mãe ter sido vacinada – a 10 de Novembro – contra a gripe A. Contactado pelo i, o Ministério da Saúde recusou comentar o caso. Apenas o hospital de Portalegre avançou com um comunicado, rejeitando, porém a associação entre a imunização e a morte. “Não é possível estabelecer uma relação causal entre a vacinação da grávida e a morte do feto”, avançou a unidade.

O calendário oficial de vacinação de grávidas e outros grupos de risco continua, agora em simultâneo com a vacinação de pessoas que integram o grupo “B”. Dentro dos grupos prioritários, o “B” corresponde a casos de doentes crónicos – que sofram de diabetes, asma, insuficiência renal e problemas cardiovasculares. Agora, este grupo é alargado a crianças entre os seis e os 24 meses, mesmo no caso de não apresentarem quaisquer problemas. “Aquilo que acrescentamos são as crianças saudáveis”, explicou a ministra da Saúde, Ana Jorge.

Gostava de saber também o quão manipuladas estarão as estatísticas referentes às mortes pela Gripe A. De todas as mores anunciadas quantas são referentes a Homens de saúde forte e vigorosa que após apanharem o vírus morreram? Quantas das mortes “publicitadas” serão referentes a pessoas que já se encontravam num estado bastante enfraquecido antes de contraírem a doença e que, talvez por isso, não conseguiram registi-la?

É curioso no mínimo ver que qualquer pessoa que morra e seja portadora do vírus H1N1 é considerada morte por Gripe A. No entanto, nos casos em que uma pessoa tome a vacina e sofra efeitos secundários, até mortais, “não se pode estabelecer uma ligação entre a vacina e os efeitos sofridos”.