As Perguntas do Século?

1 – Será que o sistema monetário é o melhor sistema para a gestão e distribuição sustentável de recursos terrestres?

2 – Se não tivesses de trabalhar para sustento, irias contribuir para o resto da sociedade à mesma?

3 – Se sim, como contribuirias?

4 – Qual é para ti o maior incentivo para um ser humano fazer seja o que for que possa ser produtivo ou benéfico para mais pessoas do que apenas ele (sem a exclusão do próprio)?

4.1 – Se respondeste “o dinheiro”, tenta responder agora excluindo o dinheiro.

5 – Os conceitos de “Bem” e “Mal” são: ficcionais; reais na tua opinião; suportados pela investigação científica?

6 – Os seres humanos são gananciosos à nascença, ou a ganância é totalmente aprendida?

7 – Qual o conceito mais importante: propriedade ou livre acesso?

8 – Será que os EUA são o melhor exemplo a seguir em termos socioeconómicos?


Discutam

Será que os EUA são um bom exemplo a seguir em termos socioeconómicos?

Sobre Roger Marques
Passionate gamer, curious scientist, novice surfer, lvl 3 martial artist, also a budding game designer.

6 Responses to As Perguntas do Século?

  1. jmct diz:

    1) Sinceramente, não tenho uma ideia minha para a gestão de recursos (actual dinheiro). Mas das ideias que li, talvez a mais justa e equilibrada seja a que é a presentada no Manna. Claro que, precisas dum sistema novo para aplicar tal conceito. Surgiu-me agora uma dúvida. Se a riqueza actual fosse espalhada por todas as pessoas do mundo de igual forma, haveria suficiente para todos termos um nível médio de vida?

    2) Acredito que sim. Eu uso linux, um sistema gratuito e open source. Só pelo facto de saber que há pessoal que está a trabalhar sobre essas bases dá-me motivação para tentar contribuir com qualquer coisa. Claro que como não tenho conhecimentos de informático fico limitado😛 Seja como for, a nossa necessidade de dinheiro vem apenas pelo facto de precisarmos dele para sobreviver (comida, água, calor, conforto, etc). Se tudo isso fosse à borla não haveria necessidade de dinheiro. Mas isso não exige apenas uma mudança económica, exige também uma mudança intelectual, digamos assim.

    3) O maior insentivo penso que é sentir-se grato. Se te sentires grato com o que os demais fizeram por tir sentires-te-às, não no dever, não na obrigação, mas no prazer de querer retribuir.

    4) Acredito que em relação ao conceito “bem” e “mal” apenas existe uma barreira absoluta – a liberdade dos outros.

    5) Penso que tudo é totalmente aprendido. E mesmo que não seja e que haja algo herdado nos genes, temos a capacidade como seres racionais de moldar a nossa mente e tomar domínio sobre ela. Uma pessoa dominada pela sua mente acabará nos erros da nossa sociedade actual, gananciosa e confusa. Normalmente as vivências de uma pessoa moldam a sua personalidade e fazem-na cair em determinados erros ou em glória. Mas sermos escravos das nossas vivências é também, a meu ver, algo que devemos controlar. Devemos ser nós ap rojectar o nosso caminho e não simplesmente andar com a maré.

    Claro que tudo isto é não só fácil de dizer como também muito passível de estar errado.

    Acho que, no geral, o que falta às pessoas é informação. O mundinho de cada um é isso mesmo, um mundinho apenas válido dentro da nossa esfera de acção. É muito difícil atingir um patamar mais absoluto onde deixamos de viver no nosso mundinho e passamos a viver num mundo mais global.

    Abraços

  2. FreedomSeeker diz:

    Na minha opinião, o sistema monetário já deu provas suficientes de fracasso total na distribuição de recursos.
    Apesar de sermuito dificil imaginar uma sociedade dita desenvolvida sem dinheiro, pois nunca conhecemos nenhuma, penso que essa será a unica solução.
    Penso em algo muito próximo ao Projecto Venus que apesar de não ser perfeito continua aberto a novas e esclarecidas ideias para o melhorar.
    Sem dúvida que o mais importante no presente e no futuro próximo é divulgar a verdade crua e dura por detráz deste sistema monetário e dos princípios que o regem.
    A verdade sobre os governos que o suportam e alimentam.
    A verdade sobre as instituições que nos oprimem e espremem, eu diria, com taxas, impostos e multas a toda a hora.
    A verdade sobre as instituições religiosas que em nome de Deus (seja ele qual for) espalham o ódio e a intolerancia em lugar do amor e fraternidade como seria sua obrigação.
    E finalmente, a verdade por detrás dos média que nos impingem histórias falsas e entretenimento barato para desviar a nossa atenção do que é realmente importante.
    Quando a maioria abrir verdadeiramente os olhos, se não for já tarde de mais, a civelização terá que mudar e caberá a todos os mais esclarecidos dar o seu contributo.
    Penso sinseramente que quando nos apercebermos que podemos todos dar o nosso contributo voluntário para a sociedade sem perdermos a nossa liberdade, sem termos obrigações e muito menos necessidades materiais, teremos todo o gosto em fazê-lo. Para mais, a tecnologia poderá permitir abulir o trabalho humano na sua quase totalidade, libertando-nos para nos dedicarmos ao que mais desejármos. Poderemos finalmente desenvolvermo-nos fisica e intelectualmente já que não haverá qualquer tipo de limitações sociais ou monetárias que nos impeçam de estudar ou praticar desporto, de praticar uma alimentação saudável e praticar um ritmo de vida mais apropriado a cada um. odos os crimes que não sejam contra a integridade fisica ou moral de outra pessoa deixarão de existir. A mais longo prazo até esses deixarão de ser cometidos pois o ser humano não é essencialmente mau pu bom, é apenas influenciado pelo que o rodeia e rodeou no passado.

    Acho que a parte mais dificil mesmo é a de acordar as pessoas para a realidade já que esta se lhes apresenta tão desfigurada e confusa. Ainda mais com toda a pressão imposta propositadamente pela crise financeira para nos impedir de levantar a cabeça e olhar os problemas de frente, de os entender e enfrentar, para nos manter no limbo da ignorância.

    Eu vou fazendo a minha parte na divulgação das verdades ocultas…

    Abraço

  3. Um próspero ano novo…

  4. rperre diz:

    1 – De longe, é menos eficaz. Já vimos pelos exemplos dados pelo Peter Joseph e seus associados que este nosso tão amado sistema monetário é a pior escolha para o desenvolvimente social e pessoal. A ganância do lucro é muito forte.

    2 – Sim. Como Jmct comentou, o Open Source é o melhor exemplo. Sempre que alguém contribui, milhares de pessoas são beneficiadas e senten-se bem mais motivadas para contribuir de volta.

    3 – Dentro da informática de programação. Hoje se me encomendarem software não o posso dar! Vou comer o que? Boa vontade?
    Contudo numa sociedade onde não há preços, o que faria com esse dinheiro? Talvéz desse como acendalha para a lareira🙂

    4 – O facto de eu contribuir para a sociedade faz com que os meus filhos e netos vivam melhor. Não é esse o motor da sociedade? Não é isso que nos dá aquela pouca vontade que nos resta em lutar?

    5 – O conceito de “Bem” e “Mal” é relativo a sociedade. As mulheres arabes tradicionais não podem mostrar a cara, isso para aquela sociedade é “Mal”. Para nós, é complectamente ao contrário.

    6 – Totalmente aprendida. Uma criança não sabe que é ‘propriedade’, se nunca lho ensinarem nunca saberá.

    7 – Livre acesso.

    Um dia companheiros……….um dia.

  5. rpfm diz:

    Boas respostas pessoal. Fico com esperança para o futuro dadas as vossas respostas.

    A forma como a humanidade responder a estas perguntas irá fazer a diferença entre chamarem a estes tempos a era da estupidez, ou os tempos de início de uma era dourada para toda a humanidade.

  6. pakau diz:

    1- existem muitos outros sistemas que nao usam dinheiro… as formigas nao usam dinehiro .. nem as abelhas.. e são as sociedades mais bem organizadas alguma vez vistas, nós so temos de descomplicar.
    2-já hoje não contribuo , tento sempre tirar pessaos desta “maquina”.
    3-xxxxxxxx
    4-Amor.
    5-os conceitos bem e mal são ficticios, no entanto nos identificamo-los quando existe uma refêrencia egocentrica.( não se é bom ou mau ).
    6-aprendida defenitivamente.
    7-livre acesso.
    8-de longe, mas podemos ficar de olho neles, pois eu acho que vai ser la que se vai dar o unicio da “revolução”. ( como aconteceu ha 300 anos em frança com a queda do barroco e o sistema monarquico. )

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