As contradições com o nascimento de Jesus

ATENÇÃO: Com este post não estou a querer afirmar que acredito que Jesus tenha alguma vez existido.

Segundo o Cristianismo Jesus acaba agora mesmo de nascer (25 de Dezembro às 00:00, altura deste post), e como será de esperar todos nós estamos de roda da família a dar início à entrega dos presentes.

Pois heis aqui a minha prenda a todos vós: Jesus não nasceu nesta data, e a bíblia encarrega-se de desmentir tal facto, senão vejamos. Ler mais deste artigo

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O Facebook do Genesis

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Jordan Maxwell – The Republic Forum – On The Occult

Jordan Maxwell que nas palavras do prórpio é apenas “um homem normal na busca dum conhecimento extraordinário”. Um senhor que explora estes assuntos há mais de 40 anos.

Deixo-vos com esta palestra sobre o oculto dada no “The Republic Forum”. «Oculto» não significa nada mais do que escondido, fora da luz do conhecimento mundano. É disso que esta palestra trata. Sobre os assuntos que a história não se encarrega de contar através da nossa sociedade, especialmente religião e adoração religiosa. Jordan Maxwell é a fonte para toda ou quase toda a informação transmitida na primeira parte de Zeitgeist, O Filme.

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A Tumba Perdida de Jesus : The Lost Tomb of Jesus

À dois dias atrás comemorou-se o Domingo Páscoa que celebra a morte e ressurreição de Jesus Cristo segundo as crenças cristãs. E nada melhor do que dar-vos a conhecer este documentário:

The Lost Tomb of Jesus é um documentário americo-canadiense de 2007, dirigido por James Cameron, feito em parceria com o jornalista investigativo Simcha Jacobovici. Paralelamente, foi lançado um livro de autoria de Cameron intitulado The Jesus Family Tomb. Cameron e Jacobovici haviam lançado em 2006 outro documentário sobre tema religioso, Exodus Decoded.

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Banidos da Bíblia (Banned from the Bible)

ossegredosdosapostolos“Banidos da Bíblia” é um documentário que tenta expor algumas histórias evangélicas que, por causarem controvérsia, foram banidas da Bíblia.

Segue a Sinopse tirada do Site Bestdocs.br

As palavras dos seguidores de Jesus são consideradas “a pura verdade”. Então, deve-se perguntar como é que alguns dos escritos que lhes são atribuídos foram suprimidos do Novo Testamento. Por que Roma eliminou o relato de Pedro sobre uma batalha ao estilo de “O senhor dos anéis”? Quem foi a misteriosa e poderosa acompanhante de Paulo durante as suas viagens e por que lhe foi negado o seu lugar legítimo entre as mulheres da Bíblia? Que atos sexuais proibidos são sugeridos no evangelho secreto de Marcos? Por que foi eliminada uma versão do evangelho de Pedro que exonerava Poncio Pilatos? E, o que há no recentemente autentificado Evangelho de Judas que pode mudar a sua imagem como o autêntico traidor de Jesus Cristo? Por que é que a Igreja proibiu estes escritos? Trata-se de dados perdidos dos autênticos ensinamentos de Jesus Cristo ou de tentativas hereges de reescrever a história? Analisaremos os lugares onde estes textos apareceram pela primeira vez, o debate sobre a sua autenticidade, assim como o seu significado, se é que é verdadeiro.

O documentário, que passou no Canal História, segue inteiramente em Português no seguinte link.

http://www.megaupload.com/?d=B2NJ5532

Comentário Pessoal:

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The God Who Wasn’t There (SoundTrack)


Finalmente em CD!!

Tinha desejado por esta banda sonora mesmo ao ver o filme. Nunca pensei que viesse a ser publicada uma OST.

Divirtam-se está mesmo muito boa!

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This is just a simulation…

Aparição de Nossa Senhora em Sevilha

No passado mês de Janeiro, ao passar de carro ao largo de Sevilha (Espanha), olhei pela janela e vi uma luz grande e mística que se erguia no céu.

A Luz não era suportada por nenhuma estrutura, era forte e brilhante e esta apenas a pairar no ar. Era branca e tinha raiozinhos que saiam do centro mais brilhante.

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O Deus que não estava lá (The God Who Wasn’t There)

O Deus que não estava lá” (The God Who Wasn’t There) é um documentário criado por Brian Flemming. Brian qustiona a existência de Jesus Cristo como uma personagem real, expondo algumas evidências que apoiam o carácter mitológico de Jesus.

Brian foi em tempos Cristão e agora é autor deste documentário.

O filme é pequeno e bastante leve de se ver.
Este ano tem sido um ano de muita controvérsia ‘Darwin vs. Deus’, algo que nunca tinha visto. Juntamente com a polémica gerada com a primeira parte de Zeitgeist, O Filme, espero que este filme traga de novo à tona a necessidade de repensarmos o que já ‘sabemos’.

Download:
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Legendas Português

Afinal, o que é que é mais importante para a nossa estabilidade mental? Aceitar como certo o que acreditamos ou procurar por uma certeza maior?

Zeitgeist Guia de Orientação Activista (Activist Orientation Guide)

Fevereiro de 2009 o Movimento Zeitgeist lançou, juntamente com o Projecto Vénus, um documento com o objectivo de melhor esclarecer e orientar o movimento activista ‘Zeitgeist’.

O documento esclarece melhor os pontos abordados no filme Addendum e adiciona muito mais informação à já divulgada. Juntamente com o documento em texto vem uma apresentação orientada à divulgação e conferências.

EDIT (14 Maio 2009):

The Zeitgeist Movement: Guida de Orientação

Filme com Legendas Online http://dotsub.com/view/a34fba0d-4016-4807-b255-021b58dbc9a4

Torrent .avi

Legendas para o .avi

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Até mesmo aqui?

Jesus, O Mito?

Desde que vimos o Zeitgeist pela primeira vez que a ideia de que Jesus Cristo é apenas uma figura mitológica paira nas nossas cabeças.

Ultimamente tenho tido imensas conversas sobre o assunto. A maioria com ateus. A questão que se tem colocado é mesmo essa: apesar de no filme Zeitgeist nos dizerem que a figura de Cristo é mitológica, será que é mesmo?.. e as fontes do filme são fidedignas?

Penso que todos temos noção do impacto social que seria provar que Jesus não passa de um mito copiado. Que as histórias da Bíblia são mitos e alegorias penso que disso não há dúvidas (pelo menos entre nós), as respostas ficaram, uma vez mais, bem frisadas à conversa com um Professor de História no outro dia. Mas mesmo aceitando Jesus com um homem perfeitamente normal, sem nada de poderoso ou divino, será que ele existiu?

Eu pessoalmente sou defensor da tese de que Jesus não passa de uma fantasia. Mas atendendo às hipóteses cépticas que apesar de não aceitarem Cristo como divino também questionam o que nos é apresentado no Zeitgeist, eu gostaria de iniciar aqui uma busca entre o pessoal interessado que ajude a suportar a hipótese do Cristo mitológico.

O objectivo é colarem links nos comentários de forma a, entre todos, obtermos a maior quantidade de informação possível, pelo menos a disponivel na internet, quer a favor quer a contradizer a hipótese apresentada, inicialmente no Zeitgeist.

Fica aqui então a proposta.

Vamos lá, duma vez por todas, tentar desvendar o Mistério.

Zeitgeist refutado…

Ontem o nosso colega de blog João Teixeira mostrou-me uma série de vídeos no youtube intitulados de: “Zeitgeist Refutado”. Fazendo uma breve pesquisa e vísualizando um pouco dos vídeos deparei-me com o facto que este vídeo era uma espécie de ”Zeitgeist” ao “Zeitgeist 1”, nomeadamente à primeira parte onde se abomina as ideologias religiosas e tudo o nela advêm.

Tomei o filme como uma espécie de recurso à boa moda dos recursos judiciais onde se pretende refutar a ideia da não existencia de qualquer Deus ou de um Jesus salvador.

O nome original do vídeo é: “ZEITGEIST: O ESPÍRITO DE UMA ÉPOCA… REFUTADO”!! Não será este nome um pouco ambíguo? O proprio “Zeitgeist” não passa de uma refutação ao espírito existente nos ultímos 2000 anos?

O vídeo tenta com base em 8 pontos, tentar refutar tudo o que nos é instruido no “Zeitgeist original”, irei aqui então enumerar esses pontos, mostrando o que se tenta incutir no “Zeitgeist Refutado” e por consequente refutar a própria refutação. (Peço desculpa pela extensão mas tal foi necessário):

Ponto 1– Foi o cristianismo criado para controlo social?

As bases da refutação destes ideais impostos atravéz do “Zeitgeist original ” tem como base passagens bíblicas, onde Jesus ou outras personagens fictícias (sim, fictícias…) existentes na bíblia, condenam a elite política de esbelecer e impor regras autoritárias ao seu povo, ou mais recentemente na nossa era o chamado “Big Brother” onde a tendencia é um controlo maior das pessoas com a implementação de dispositivos electrónicos implantados no nosso corpo. Especialmente mostrando passagens do “Apocalipse” de João onde através de uma aparição Deus mostrou-lhe o que está para vir, como guerras, fome, pobreza, “impérios da besta” e um domínio mundial de um só governo controlado por 10 reis. Estes são os argumentos. O cristianismo não foi criado para controlo social porque o próprio abomina o controlo social, MAS afirmam no “Zeitgeist refutado” que muitas vezes este foi usada com base nisso mesmo… DAHHHHH!!!!

Ponto2 – Quem são as fontes das ideias do Zeitgeit?

Aqui falam do facto de o primeiro terço do “Zeitgeist original” ter como base cerca de 200 fontes exteriores para corruburar os seus ideais, mas que estas fontes são citadas inumeras vezes repetidamente como Timothy Freke e Peter Gandy citado 7 vezes, Acharya S e D.M. Murdock (que se trata da mesma pessoa) 29 vezes e outros tantos que são citados inúmeras vezes. A base para estes outros trabalhos “anti-cristo” germinou nas mentes de outros tantos que na sua altura eram homosexuais, professores ateus ou até mesmo praticantes druidas e místicistas. O livro da autora Helena P. Blavatsky, “A doutrina secreta” que é citado no “Zeitgeist original” fazia parte dos livros preferidos de Adolf Hitler para fundamentar os seus ideias de raça superior e que portanto não podia ser uma boa base para nenhuma teoria. O que o autor deste “Zeitgeist aldrabado” não se apercebeu é que a citação existente n”A doutrina sectreta” é apenas uma refutação à história de Moisés e em nada tem a ver com os ideais de raça superior ou outro tipo de tendencias existentes no livro de Helena Blavatsky. Esquecem-se no entanto que o cristianismo tem como base APENAS um lívro escrito à 1800 anos e que as edições actuais pouco ou nada de oríginal têm em comparação com os primeiros existentes.

Ponto3 – Está o evangelho baseado na astrologia?

Esta começa bem e acaba que é um espectáculo. A ideia é que a Vírgem Maria é uma analogia ao signo Vírgem e que Belem significa “casa do pão” como também é conhecida a constelação Virgem (“Zeitgeist original”). Aqui vão buscar uma autora de lívros do paranormal e da astroligia que em dada altura disse: ”Não podemos criar histórias a partir de nome como Virgem, Leão, Touro. Porque é que a história não começa com Aquário? Se fosse assim então Leão estaria antes de Virgem, ainda que Leão é supostamente Jesus. Parece-me que isto viria depois de Virgem e não antes na história”. Para um autor de um documentário cristão que é contra qualquer tipo de explicação paranormal e que tenta refutar qualquer indício astrológico existente na história de Jesus, certamente vão buscar uma boa fonte, não acham?

A refutação do ideal descrito no “Zeitgeist original” de que Jesus é o Sol, e os seus doze apóstolos são as 12 constelações ou signos por onde o Sol passa no seu movimento de translacção, têm uma série de coincidencias demasiado grandes para apenas tentarem ter como base em alegorias ou transcrições biblicas que na realidade corroboram mais com a ideia descrita no “Zeitgeist original” do que com as suas refutações… Novamente aqui a base são citações biblicas, que para além de terem sido escritas muito depois dos factos acontecerem estes mesmo foram alterados ao longo dos tempos.

Neste ponto há uma passagem interessante, o profeta Isaías disse: “Voces que estão cansados com os seus muitos conselhos, deixem agora os astrólogos, aqueles que profetisam penas estrelas, e predizem pela lua, levantem-se e salvem-se do que virá sobre voces. Veja, pois, eles se tornarão como restolho, o fogo os queimará, eles não se podem salvar do poder das chamas.” Isaías 47:13-14

Okey, lá em cima os astrólogos eram uns porreiros que até corroboravam com as ideias do “Zeitgeist refutado”, mas agora já são maus e serão condenados para todo o sempre.

Ponto4– É Jesus Cristo um mito pagão?

Novamente aparecem os avisos bíblicos de que apareceriam muitas descrenças religiosas, e falsos cultos com diferentes interpretações. Certamente quem segue o OdeTriunfante já ouviu falar de Horus, que alegadamente e segundo o “Zeitgeist refutado” existiam vários deuses e versões do deus Horus e que não existe nenhum texto escrito acerca da história de Horus anterior ao nascimento de Jesus. Tudo falsamente errado, os primeiros indícios de Horus datam do ano 3000 a.c., também só apareceram os indicios da existencia de Jesus algures 50 a 100 anos após o seu nascimento, não foi o seu nascimento tão importante que vieram pastores e reis de todos os lados idolaterarem-no. Então onde estão os registos escritos desses reis? Onde estão os registos do Rei Herodes que declarou a morte de todos os bébes aquando do nascimento de Jesus para garantir que ele era o unico rei dos Judeus! Ah pois, existe um livro chamado a bíblia… Certamente existe uma fusão do dívino de Horus ao longo dos tempos, mas também é obvio que no cristianismo isso aconteçe, caso do natal que era uma crença pagã de adoração ao solestício de Inverno, assim como a páscoa que era uma celebração da passagem do inverno para a primavera e simbolizava a fertilidade dos campos (dai o coelho da páscoa), durante a época das colheiras. Outras semelhanças com Átis (1200 a.c.), Mithra (1200 a.c.), Krishna (900 a.c.) e Dionisio (500 a.c.) têm fontes com bases crenças pré-existentes a Jesus. O autor de “Zeitgeist refutado” deve de ter feito uma pesquisa muito paupérrima pois certamente teria sabido que todas estas dívindades existiam antes sequer de Jesus ter supostamente nascido e que defacto as semelhanças com a História de Jesus são reais e era aquilo que os seus seguidores da alturas acreditavam. Novamente, a bíblia avisava que eles viriam… Mas eles já existiam antes sequer da bíblia. A arca de Noé também é aqui citada como sendo a versão verídica dos factos porque a outra arca descrita na Epopeia de Gilgamesh, simplesmente a arca desta epopeia era uma espécie de cubo enquanto que a arca descrita na bíblia segundo engenheiros navais tinha possibilidades de superar ventos ciclónicos e mares revoltos. Moisés não se trata de uma cópia do mito de Sargão de Acádia porque o mito surge algures entre 2039 e 624 a.c., Moisés foi datado do ano 1400 a.c. e de que ambas as histórias são um arquetipo porque na altura era comum os pobres abandonarem as crianças e os ricos as adoptavam.

Ponto5– Existem alguma evidencia histórica de Jesus Cristo?

Aqui as alegações passam para o ponto do ridículo.

O autor de “Zeitgeist refutado” afirma que as evidencias para a existencia de Jesus são muito maiores do que as evidencias da existencia de grandes marcos históricos como Julío César, Confúcio, Buda ou Alexandre o Grande. Se os historiadores dessem o mesmo nível de rejeição a estes do que deram a Jesus toda a história teria de ser reformulada. Pura ideotice, Confúcio está enterrado em Qufu na China. De Alexandre o Grande existem bustos datados do seu tempo, bem como relatos e evidencias da sua existencia e das suas conquistas por todo o médio oriente. Júlio César está superdocumentado, existem bustos, cartas escritas por ele, leis, moedas cunhadas com a sua cara, lívros de sua autoria. É uma marca histórica inapagável por completo, evidências esmagadoras… As figuras históricas como o Imperador Tibério Cesar, regente do império romano na altura do nascimento de Jesus Cristo, têm sempre objectos palpáveis como bustos, moedas cunhadas, leis autorgadas por eles, cartas e pergaminhos, inclusivé livros onde chegaram os originais aos nossos dias. É claro que não podemos negar a existencia de uma pessoa só porque não deixou nada escrito ou uma figura de pedra com a sua cara, mas também isso não pode ser evidenciado como prova da sua existencia. De seguida mostram uma série de transcrições de historiadores pós-Jesus que afirmavam que os cristãos ou gnósticos da época sofriam porque acreditavam na existencia de Jesus. É isso uma prova de que Jesus viveu? NÃO!!!! Todos os escritores citados neste “Zeitgeist refutado” escreveram aquilo com base nos crentes de Jesus da altura, não houve um único autor que vivesse no mesmo tempo de Jesus. Se nós nascessemos e nos fosse imposto que o Capuchinho vermelho realmente existiu não o tratavamos da mesma forma? A destruição de Jerusalem (Cidade sagrada para os Judeus que supostamente crucificaram Jesus)após a morte de Jesus não é uma evidencia de que Jesus tenha existido, isto é pura demagogia!!!! Será que a destruição de Lisboa em 1755 devido ao terramoto também foi a ira de Deus? Ou então a cidade de Pompeia ou Sodoma e Gomorra… As evidencias nos Evangelhos foram escritas Após a suposta morte de Jesus. Não existe evidencia nenhuma de que Paulo de Tarso (O maior impulsionador do cristianismo nos prímordios) tenha visto ou co-habitado como Jesus.

Ponto6– Jesus Ressuscitou?

Novamente aqui não há nenhuma evidencia de que Jesus tenha existido quanto mais morto e ressuscitado ao terceiro dia. O que nos mostram no “Zeitgeist refutado” tem por base o que os apóstolos disseram e o suposto túmulo de Jesus que foi encontrado vazio. Tudo porque se o túmulo não tivesse sido encontrado vazio após o ressuscitamento era impossível o dispersar do cristianismo em Jerusalém… Mais uma vez partimos para a suposição, tudo não passa de uma história criada com base em contos e histórias passadas da boca de um para o ouvido de outro. O tal túmulo só foi supostamente descoberto recentemente, e sim estava vazio, como o estavam outros tantos que foram vitimas de pilhagem e saque ao longo dos tempos. Os especialistas da matéria têm enormes dúvidas em afirmar que aquele se trata do real túmulo de Jesus Cristo.

Ponto7– E sobre a Inquisição e as Cruzadas?

Okey neste ponto estou de acordo com o autor de “Zeitgeist refutado” mas não com base naquilo que Deus e Jesus afirmaram de “ama o proximo” antes porque tive uma boa mãe que me ensinou os principios morais de viver em cidadania, não matarás, não roubarás, não cobicarás as pertences dos outros… Se não fosse através destes principios básicos o mundo viveria em pleno caos maior do já existente hoje em dia… Os principios de Deus estão inerentes na base de todo o ser humano. Os bombistas-suicidas têm conciencia que é o seu Deus Alá que os manda abraçar uma carga de explosivos e implodirem-se… Como de costume as afirmações bíblicas de que esses falsos profetas viriam não são provas crediveis para a existencia de uma divindade superior. Toda a teoria tem sempre alguem que a tenta refutar, alguns são melhor sucedidos do que outros…

Ponto8– O que ensina a Bíblia?

As afirmações aqui descritas no “Zeitgeist refutado” é de que no “Zeitgeist original” a bíblia é mal interpretada de um ponto de vista moral. Errado, a bíblia é apenas um conjunto de histórias com um principio moral em comum, da mesma forma que a carochinha, os três porquinhos ou o capuchinho vermelho são contados às crianças de forma a distinguirem o bem do mal, a não mentirem e a não falarem com estranhos! O “Zeitgeist original” não diz para não seguirmos os 10 mandamentos por exemplo, nem para começar-mos a acreditar noutra religião. Aqui afirma-se que a bíblia ensina a termos fé de forma a ganharmos a vida eterna e não a ganhar a mesma com base em obras feitas.

Toda esta enorme refutação à propria refutação é baseada em factos reais e verídicos rápidamente encontrados na internet ou do conhecimento geral da maioria de todos nós. Nenhuma refutação foi criada com intuito de alterar a precepção do leitor deste post para a verdade.

Com base nisto acabo este post com esta frase: “Graças a Deus que sou Ateu!”

EDIT:

Aqui fica o link para o Zeitgeist: Refutado

Sexta-feira 13

Hoje é sexta-feira 13, supostamente diz de azar para muitos… ou de sorte para outros.

Ao medo deste dia, dá-se o nome de parascavedecatriafobia ou frigatriscaidecafobia.

Esta ideia de que é dia de azar perde-se nos tempos, e como não podia deixar de ser neste tipo de coisas, existem varias versões este dia ser conotado de mau agoiro.

Na numeralogia o numero 12 é o numero da perfeição, 12 deuses do olimpo, 12 meses do ano, 12 horas no relógio, 12 apóstolos, 12 signos, 12 tribos de Israel, enfim um número infindável de exemplos. Sendo assim o numero 13 já desequilibra a coisa, tornando tudo muito mais imperfeito…

Outras das conotações deste dia tem tendencias religiosas, na ultima ceia, à mesa haviam 13 pessoas, e Jesus, supostamente foi crucificado numa sexta-feira, juntando as duas coisa, dá molho… Outra das ideias tem origens nas religiões nórdicas onde ouve uma ceia com 12 deuses, Loki, Deus do mal e da discórdia apareceu sem ter sido convidado, armou uma zaragata com todos os outros e terminou com a morte de Balder, o Deus favorito de todos. (Onde é que eu já ouvi falar disto???) Advem também daqui a ideia de que convidar 13 pessoas para um banquete é sinal de mau agoiro.

Outra das ídeias para o inicio desta superstição foi que no dia 13 de Outubro de 1307 o rei Filipe IV de França ordenou a prisão e tortura de todos os Cavaleiros Templários do reino, sendo posteriormente executados por heresia. Era uma sexta-feira.

Existe também a ideia de que a Deusa Nórdica do amor e da beleza, Friga, (dai, Friday ou sexta-feira) aquando da conversão dos nordicos e germanicos ao cristianismo, transformou-se em bruxa e como vingança reunia-se com mais 11 bruxas e o próprio diabo (13 no total) para lançarem maus agoiros e pragas aos humanos.

Seja como for é considerado por muitos um dia azarento, sendo até desculpas para não abrir um negócio ou fazer compras de bens maiores neste dia, chegando inclusive a ser uma desculpa para não sair de casa ou ir trabalhar. Existem estudos que comprovam que quem acredita neste tipo de superstição aumenta exponencialmente a hípotese de lhe acontecer algo mau.

Apenas como curiosidade, o dia sexta-feira 13 é o dia mais comum de todo o calendário gregoriano. Nos ciclos de 4800 meses existente neste, este dia aparece 688 vezes enquanto que os outros dias 13 aparecem menos vezes

O Cristo Pagão (The Pagan Christ)

Boas pessoal,

Vamos com este post introduzir um tema que até agora poderá ter passado desapercebido neste Blog. O tema remete exactamente para o primeiro assunto abordado pelo primeiro filme Zeitgeist.

Guardando o suspense vejamos,

Vivemos num mundo onde cerca de um terço da população mundial é Cristã, dentro de todas as suas variantes. A história de Cristo presente na Bíblia é tida como factos históricos, e Cristo é interpretado como ‘alguém’ que realmente existiu e viveu. Assim, para os Cristãos, a Bíblia representa, de facto, uma biografia de Cristo. A grande maioria aceita mesmo como acontecimentos reais todos os milagres e feitos referidos no livro sagrado.

Há quem adopte uma postura mais céptica e aceite apenas que Cristo foi uma pessoa normal com uma mentalidade muito avançada para a época. Normalmente, esta postura é adopta por agnósticos ou não crentes.

Mas então e se… Jesus Cristo nunca tivesse sequer existido? … e se… todas as provas que encontramos acerca de Cristo provassem a sua não existência em ao invés da sua, pretendida, existência? E se.. fosse tudo uma metáfora, uma alegoria?

“E se Jesus Cristo fosse um Deus Pagão?”

Esta não é uma questão simples. Estas perguntas e suas respostas levantam muitas pedras, muito pó. Pó que as pessoas têm medo de levantar.Mas que é necessário.

“Então e se tudo aquilo em que eu sempre acreditei estiver errado?” , “E se afinal a verdade não for essa?”

Após se desvendar a verdadeira origem de Cristo, podemos começar a questionar todas as nossas crenças, toda a nossa sociedade. Um dos pilares mais fortes cai e toda a estrutura estremece.

Talvez o maior erro da religião Cristã seja mesmo levar a história de Cristo de uma forma literal e não metafórica. Qual deles nos tornará mais saudáveis?

Vou deixar que sejam vocês a postular as questões que se seguem após tal revelação.

O documentário chama-se The Pagan Christ (O Cristo Pagão), conta com a presença de grandes autores na área, como Tom Harpur, Timothy Freke e Peter Gandy. São de realçar os comentários de Tom Harpur, pois toda a sua vida foi um Cristão e agora, qual será a posição dele?

Como sempre a baixo seguem os links para o Documentário, e os links para fazer o download do rapidshare. Os 6 .rar quando extraídos formam o único ficheiro com o filme. Infelizmente ainda não se dispõe de legendas em português. Será actualizado assim que possível, agradeço desde já a vossa colaboração neste sentido.

You Tube

The Pagan Christ – Part 1-4

The Pagan Christ – Part 2-4

The Pagan Christ – Part 3-4

The Pagan Christ – Part 4-4

Links para download com qualidade

http://rapidshare.com/files/170153271/CBC.DocZone.The.Pagan.Christ.2007.XviD.part1.rar
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http://rapidshare.com/files/170137869/CBC.DocZone.The.Pagan.Christ.2007.XviD.part6.rar

Para além deste post outros virão sobre a mesma temática, nomeadamente, livros da autoria de Timothy Freke e Peter Gandy.

Se me permitem um comentário pessoal, foi exactamente este tema que me levou em toda esta pesquisa e procura. E em mim, se tudo o que a nossa sociedade (e eu tinha) como mais certo estiver errado, então tudo pode ser questionado.

É certamente uma pedrada na nossas crenças.

Fiquem bem,

Abraços

O livro dos livros?

Vou-vos aqui mostrar um pequeno excerto de um dos documentários que mais me marcou até à data…

O excerto faz parte do documentário “The root of all evil?” de Richard Dawkins, e tudo o que está aqui transcrito foi confirmado por mim através da pesquisa na Biblia, sem continuar com rodeio cá vai disto: (PS: a tradução é minha seguindo as linhas de uma outra tradução já existente)

Certamente não seria tão mal, crer em códigos morais transmitidos para nós pela bíblia. Não nos dá a bíblia um marco moral para viver? Bem, não. Os textos santos são de origem e veracidade duvidosas, e com contradições internas. E quando olhamos de perto encontramos um sistema moral que qualquer pessoa civilizada de hoje reconheceria como venenoso.
O antigo testamento está em cada igreja e sinagoga do mundo, e é a raiz do Judaísmo, Cristanismo e Islão.

Deutrónimos 13:6:
Se o teu irmão, o filho do teu pai ou da tua mãe, ou teu filho ou filha, ou a esposa que abraças, tratar de te seduzir em segredo dizendo: Vamos e sirvamos a outros deuses!

Este é o concelho de Deus sobre o que fazer com um amigo ou familiar que te sugere que creias noutras divindades:

Deutrónimos 13:9-10:
Mas certamente o matarás, a tua mão será a primeira contra ele para o matar, e depois a mão de todo o povo, e o apedrejarás até que morra, já que ele tentou de te desviar de Deus.

O Deus do antigo testamento deve ser a personagem mais desagradável de toda a ficção. Zeloso e orgulhoso, inconsequente, vingativo, injusto, implacável, racista, limpador étnico, levando os seus crentes a cometer actos de genocídio. Se Deus não é um bom exemplo moral quem é? Abrão, o fundador das três grandes religiões monoteístas? O homem que voluntáriamente oferecia o seu filho Isaac em sacrifício? Talvez não… Que tal Moisés, cujas tábuas diziam “Não matarás”? Mas segundo o livro de Números ele se enfureceu por causa da piedade dos israelitas pelos midianitas conquistados. Ordenou matar todos os homens e todas as mulheres anciãs, seguindo de:

Números 31:18:
Porém, todas as jovens que não conheceram nenhum homem, deitando-se com ele, deixai-as viver para vós.

Como esta história de Moisés é moralmente distinguível do ataque de Hitler à Polónia, ou do massacre aos curdos por Saddam Hussein?

Então deixemos Moisés. Há personagens menores com dilemas morais mais cotidianos. Talvez eles proporcionem um melhor modelo a imitar.

No livro de Juízes, um sacerdote viajava com a sua esposa. Passaram a noite na casa dum ancião. Mas durante o jantar, uma multidão veio para exigir que o anfitrião lhes entregasse o seu convidado masculino.

Juízes 19:22 :
Trazei cá para fora o homem que entrou em tua casa, para que oconheçamos”.

Sim, no sentido “bíblico”.
Bem, o ancião respondeu:

Juízes 19:23-24 :
Irmãos meus, não se portem assim. Aqui estão a minha filha virgem e a concubina do homem, fá-las-ei sair agora, humilhai-as, e fazei delas o que parecer bem aos vossos olhos, porem a este homem não façais tal loucura

Então, desfrutem violando e humilhando a minha filha, mas mostrem respeito ao meu convidado já que é homem. Mas além do que esta estranha história pode significar, diz-nos algo sobre o status das mulheres nestas sociedades religiosas.

Agora, desde já, bons cristãos protestariam: todos sabem que o antigo testamento é desagradável. O novo testamente de Jesus, dizem eles, “Desfaz o dano e torna tudo certo.” Sim, não há dúvida de que de um ponto de vista moral Jesus é um enorme progresso. Já que Jesus, ou quem quer que escrevesse as suas linhas, não se conformava com sacar a sua ética das escrituras com as quais havia sido criado. Pois então, tudo deu para o torto.

O coração da Teologia do novo testamento, inventava depois da morte de Jesus, que esta é uma cruel doutrina sadomasoquista de tormentos pelo pecado original. A ideia é que Deus se encarnou num homem, Jesus, para ser horrorosamente torturado e executado para redimir todos os nossos pecados. Não só o pecado original de Adão e Eva, senão também futuros pecados, quer os cometamos ou não.
Se Deus queria perdoar os nossos pecados porque não simplesmente o fez? A quem quer impressionar? Pelos vistos a si mesmo, já que ele é juiz e jurado, assim como a vítima da execução.

Segundo a visão científica da pré-história, Adão, o suposto autor do pecado original, em primeiro lugar, nunca existiu, um embaraçoso feito que destrói a permissa de toda a retocida e cruel teoria de Paulo. Ah, mas só era uma história “simbólica” certo? Simbólica? Então Jesus submeteu-se à tortura e foi executado por um pecado simbólico de um indíviduo não existente? Ninguém, a não ser pela fé, poderia negar que isto é absolutamente demente.