Jacque explains how to be active in the Zeitgeist Movement

Para discutir?

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Zeitgeist: Moving Forward – Versão Online Lançada

Edit por jmct:

Devido à forte imagem que estava como thumbnail do vídeo, decidi apenas colocar o link para o YouTube.

http://www.youtube.com/watch?v=4Z9WVZddH9w

Dominio Wikileaks encerrado

O site da Wikileaks foi encerrado pela empresa fornecedora do sistema de domínios onde o qual era alojado (EveryDNS.net).

Estes alegaram a segurança dos seus clientes como motivo para o encerramento, visto, dizem eles, os seus servidores têm sido alvo de ataques informáticos.

Às 10:00 a Wikileaks podia novamente ser visualizada no endereço http://www.wikileaks.ch, mas à hora a que escrevo este post, já não estou a conseguir visualizar novamente o site.

O Wikileaks afirmou que tem sofrido interrupções desde que começou a divulgar milhares de telegramas confidenciais dos Estados Unidos. Numa mensagem publicada na rede social Twitter, o Wikileaks reconheceu que o seu domínio foi “morto” pela EveryDNS.net.

Uma reflexão pessoal sobre o Movimento Zeitgeist e o Projecto Vénus

Este blog começou exactamente com o documentário do Zeitgeist, O Filme. Já vão quase dois anos, e tendo em conta o crescimento da “cena” Zeitgeist e a presença que tem tido ultimamente na minha vida, decidi escrever os meus pensamentos sobre o assunto.

Ler mais deste artigo

Palestra Movimento Zeitgeist Portugal

Esta é a apresentação do Movimento Zeitgeist em Portugal.

Ver no Prezi: http://prezi.com/bnbudi8wmqu0/palestra-movimento-zeitgeist-portugal/

Um Trailer para Um Documentário Muito Aguardado

Número de milionários cresce nos EUA em 2009

A crise não passou pelos lares mais endinheirados, nos Estados Unidos. É o que prova um relatório publicado agora, segundo o qual o número de famílias milionárias esteve em forte subida no ano passado.

O número de famílias com activos, exceptuando a residência principal, no valor de mais de um milhão de dólares, subiu 16% desde 2008 e é agora de 7,8 milhões. As chamadas famílias afluentes, com um património igual ou superior a meio milhão de dólares, estiveram também a aumentar.

Esta subida segue-se a uma forte queda no ano anterior, depois do máximo histórico atingido em 2007, ano em que o número de milionários explodiu. Mas a tendência não se resume ao outro lado do Atlântico. Também em Itália aumentou, não o número de milionários, mas o volume do dinheiro na posse das 640.000 famílias mais ricas. Isto, em grande parte, graças à amnistia anunciada pelo governo de Silvio Berlusconi às contas no estrangeiro, o que permitiu o repatriamento de grandes quantias. Mas isso não esconde a situação económica do país, que teve no ano passado uma queda de 5% no PIB.

FONTE

Robin Hood cibernético publica contas bancárias de ricos da Letónia

Um grupo de hackers conhecido por Quarto Despertar do Exército do Povo conseguiu aceder a sete milhões de declarações de IRS e tem vindo a revelar os ganhos de banqueiros e gestores públicos da Letónia via Twitter.

À boa maneira de Robin Hood, um dos membros do grupo Quarto Despertar do Exército do Povo tem vindo a concentrar as atenções da população da Letónia que atravessa actualmente uma crise económica, com taxas de desemprego de 23% e uma quebra de 25% produção de riqueza, durante os últimos dois anos.

Esta crise levou o Governo a aplicar cortes nos salários de funcionários de empresas estatais – mas nem todos terão feito o mesmo sacrifício.

O hacker que faz lembrar Robin Hood, mas adoptou a alcunha de Neo numa referência ao protagonista do filme The Matrix, mostrou no Twitter que muitos dos gestores de empresas detidas pelo estado da Letónia continuaram a receber bónus salariais secretamente, informa a BBC.

Os rendimentos dos gestores de um banco que evitou a falência com o apoio financeiro do estado letão também foram publicados no Twitter.

No total, os dados financeiros de 1000 empresas terão sido interceptados pelo grupo de hackers.

As autoridades da Letónia já informaram que vão investigar este caso de violação de privacidade. O que não impediu um crescendo de popularidade do desconhecido Neo entre a população deste país do Báltico.

BBC

Arte urbana alusiva à “Crise”

Trabalho a troco de queijo

Eu crise, tu crise, ele crise (...) Eles riem

Os ricos e poderosos mijão (cagam) sobre nós, e os media dizem que está a chover

Boa Crise, e um feliz medo novo

"Deixem-nos comer crack" alusão à frase da rainha Marie Antoinette (Sigam o link da imagem)

Fica com o troco, eu quero é mudança

Tempos dificeis

Eu não acredito no aquecimento global

A maioria dos Sem abrigo seguem em frente, mas os seus problemas não foram embora

Alusão aos gráficos financeiros

Capitalismo (TM)

A economia morreu, viva a crise

O governo mente, os bancos roubam, os ricos riem

O mercado não funciona correctamente

Não há ajudas para ti! Escravo da banca

Bancos americanos dão uma “ajudinha” à Grecia

Depois de a Grécia já estar na mira dos líderes europeus, por andar a falsificar as estatísticas do défice orçamental para 2009, desencadeando assim um descalabro económico na dívida pública que esta a por em causa o próprio euro, desta vez, a descoberta foi o uso de operações complexas com o apoio dos lobbys de Wall Street.

As transacções denominadas de “Swaps” são produtos derivados assentes em contratos que podem ser de moeda ou mesmo activos financeiros, estes produtos financeiros podem ser usados para protecção ou simplesmente como investimento especulativo como foi o caso da recente crise económica mundial em que foram usados como ‘activos tóxicos’. Nos ‘swaps’ ambas as partes comprometem-se a pagar a oscilação da taxa de juro ou do valor do activo que lhe esteja associado.

Basicamente os bancos emprestavam dinheiro ao governo para este demonstrar nas comissões europeias que estava bem financeiramente de forma a poder manter o défice nos 3.0 e assim não receber sanções por parte da Europa.

Segundo noticia o NYTIMES estas transações já aconteceram em 2001 para apoiar a Grécia a entrar no mercado único do Euro.

The Venus Project – de 1760

Todos nós conhecemos de alguma forma o The Venus Project uma organização cujo objectivo melhorar a sociedade, construindo cidades sustentáveis , usando energia de forma eficiente, gerindo os recursos naturais da Terra, usando automação avançada, focando nos benefícios que tudo isto trará à sociedade. (Existem outros projectos semelhantes: The New Z-Land, e uma no Dubai que não me recordo o nome)

O que nós não conhecemos é que em 1760 várias missões jesuitas no interior da amazónia tinham como objectivo criar uma sociedade semelhante em tudo a estes projectos acima referidos. Em dada altura chegaram a contar com sessenta povoações habitadas por cerca de vinte mil famílias de indigenas. A sua percursão na sociedade de então era tal que os governadores coloniais de então se dirigiam a elas em forma de solicitão, e não de ordem.

Em cada missão estava no comando um membro da ordem, que era tutelado pelos líderes da missão. Esse comandante tinha o apoio um tenente corregedor, um alferes real, quatro regedores, um alcaide primeiro, um alcaide segundo, um alcaide da Irmandade, um alguazir-mor, um procurador e um secretário. Todos estes cargos eram exercidos por indigenas, já que era proibido que fossem exercidos por outros não nativos das aldeias.

Cada indígena tinha então um lugar na sociedade, e dedicava 6 horas por dia ao seu trabalho, as populações eram assim auto-suficientes. Desde a manutenção ao vestuário, passando pela fabricação de livros, ou orgãos musicais e alimentos necessários para todos.

Estas missões tornaram is indíos Guaranis (nome da tribo onde era feita esta experiencia) em pessoas pacíficas, infelizmente após saida da tutela dos missionários, esqueceram tudo aquilo que tinham aprendido até então voltando à sua vida anterior.

Este facto pouco conhecido do público em geral é a prova de que visões utópicas como a do The Venus Project ou The New Z-land, são situações que podem ser encaradas com grande realidade e como um caminho pela qual a sociedade em que vivemos hoje em dia devia de olhar com outros olhos e pensar seriamente naquilo que é ai proposto

Ricardo Salgado tem pena de receber menos em 2010…

E agora uma história nacional.

Esta tarde Ricardo Salgado, Presidente do BES afirmou que a banca nacional teve um “comportamento espectacular nesta crise. Compreendo que o Estado queira moralizar a acção dos banqueiros. Mas hoje, passado um ano, é possível distinguir o trigo do joio” e disse ter pena que “o Estado português tenha agravado os impostos à banca”.

“Tenho pena que o Estado português tenha tomado esta decisão”, diz Salgado sobre a tributação dos prémios dos gestores. A proposta do Orçamento Geral do Estado para 2010, apresentada ontem pelo Governo, propôe um agravamento da carga fiscal para a banca em vários níveis. Uma taxa autónoma de IRC de 35% e um imposto de 50% dos bónus dos banqueiros atribuídos em 2010 são algumas das propostas em cima da mesa.

Salgado alertou para o risco de inconstitucionalidade e fuga de gestores para países que não adoptaram essa medida.
O Banco Espírito Santo (BES) fechou 2009 com um lucro líquido 522 milhões de euros, número acima das projecções dos analistas.

Defacto 522 milhões de euros dão para comprar muito trigo…

As contradições com o nascimento de Jesus

ATENÇÃO: Com este post não estou a querer afirmar que acredito que Jesus tenha alguma vez existido.

Segundo o Cristianismo Jesus acaba agora mesmo de nascer (25 de Dezembro às 00:00, altura deste post), e como será de esperar todos nós estamos de roda da família a dar início à entrega dos presentes.

Pois heis aqui a minha prenda a todos vós: Jesus não nasceu nesta data, e a bíblia encarrega-se de desmentir tal facto, senão vejamos. Ler mais deste artigo

Copenhaga, mais um prego no nosso caixão.

Como tem sido noticiado últimamente está a decorrer em Copenhaga uma Cimeira Mundial que conta com a participação de cerca de 100 governos, de forma a rectificar o Protocolo de Quioto. Tudo isto até seria muito bom, se não fosse o Protocolo de Quioto a sorte grande, o de Copenhaga a terminação… No mau sentido claro está!

Uma fuga de informação viu hoje a luz do dia e está a por em causa tudo aquilo que nos têm levado a crer com Quioto e como este novo encontro.

Um esboço que se acredita foi já mostrado e acordado com nações como o Reino Unído, Estados Unídos, proposto pelos próprios anfitriões da cimeira, surgiu como uma fuga de informação, e onde se coloca como fasquia o aumento de apenas 2 graus célcius na temperatura do planeta, uma redução das emissões dos transportes aéreos e navais, e um corte de até 50% nas emissões de carbono até 2050. Tudo isto era porreiro, não fosse esse corte de 50% suportado maioritariamente pelos paises em desenvolvimento, contrariando assim o Protocolo de Quioto que dava permissas aos paises mais pobres em poderem desenvolver-se e emitirem gáses nocivos para atmosfera e por sua vez os mais desenvolvidos contrapunham na balança menos emissões de forma a tudo ficar mais ou menos nívelados.

As nações sub-desenvolvidas receiam então que o documento, caso seja aprovado, os limites não sejam impostos através do nível de desenvolvimento e da população, mas sim através de acordos que estejam na conformidade e que respeitem o critério impostos pelos países mais desenvolvidos.

Depois de o jornal britânico “The Guardian” ter publicado o chamado documento dinamarquês, as negociações entraram em crise no segundo dia da cimeira. Os países em desenvolvimento terão ficado enfurecidos com as informações de que na próxima semana os líderes mundiais iriam ser confrontados com um acordo que prevê a entrega de mais poder aos países ricos, e que iria dar às Nações Unidas um papel mais lateral nas futuras negociações sobre as alterações climáticas.

Os países em desenvolvimento queixam-se, nomeadamente, de que serão fixados limites desiguais para as emissões de carbono em 2050, dando aos mais ricos a possibilidade de emitir praticamente o dobro do que seria aceite para os países em desenvolvimento. Esta seria uma enorme inversão do princípio do protocolo de Quioto que determina que são os países desenvolvidos que mais têm de agir para reduzir as emissões de CO2.

Para além disso, prevê-se que o controlo financeiro das alterações climáticas seja entregue ao Banco Mundial, abandona-se o Protocolo de Quioto, quando o que muitos defendiam era a sua extensão já que é o único tratado internacional vinculativo sobre os cortes das emissões; e torna-se o dinheiro destinado a ajudar os países pobres dependente de um conjunto de medidas a serem tomadas.

Podem ver o tal esboço através do Site do The Guardian, isto é… Enquanto for possível visualiza-lo.

O que os políticos fazem nos encontros