A pura satisfação da curiosidade, nem que seja por uma boa mentira.

Ehehe, tenho andado distante, um pouco distraído de aspectos naturais, sociais e globais, focado em temas mais concretos e completamente seduzido e até manipulado pelo contexto que me envolve. Mas hoje deram-me um toque, perguntaram-me “Bruno, ainda não sentiste?”, pergunta banal, mas problema era de quem a colocava.

A pergunta veio-me de uma companheira, pela qual tenho todo o respeito e consideração devido às conversas que se têm proporcionado e pela partilha de ideias e posturas semelhantes. Fiquei tipo pedra, passou-me rapidamente pela cabeça que ela poderia estar a falar de algo relacionado com o alinhamento planetário, entretanto outras coisas vieram-me à tona como o clima ou sei lá, cosias que rapidamente rejeitei e tive de assumir, “fodasse ela está mesmo a falar das energias que aquela cena provoca”. Perguntei-lhe, “Estás a falar das energias planetárias, mayas e isso?”. Ela respondeu, “Sim eu já ando a notar, é dia 21, mas não tem que ser necessariamente nesse dia que ocorrem alterações, vão ser dias antes e dias depois, já reparei em coisas que podem ter uma relação com isso e o Inácio (rapaz com paralisia cerebral) que é energia pura, não dorme bem há três noites.”

Quando cheguei a casa, inquieto, fui rever uma parte do zeitgeist que fala sobre o tema e pesquisei um pouco na net, mas nada me satisfez, pareceu-me mais do mesmo e como parece que ganhei uma aversão ao que se tem vindo a falar na comunicação social e alguns meios menos populares, ainda menos satisfeito fiquei, principalmente porque tratam o tema com leviandade e por vezes num tom jocoso. Encontrei excepções, mas falta algo!

Lembrei-me da Ode Triunfante xD

 

 

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O que é o Conhecimento?

Conhecimento

Neste argumento vou apresentar a minha reflexão sobre o conhecimento, que tenho vindo a estudar, vou dividi-lo por partes, pois tornou-se um estudo bastante complexo e diversificado, por isso não quero criar um discurso excessivamente prolixo.

O que é o conhecimento? Muitos de nós utilizamos vezes sem conta este termo e o seu conceito está bem presente no nosso quotidiano. O conhecimento é o facto mais banal e misterioso, muitas pessoas, mesmo instruídas, acumulam durante toda a sua vida um número infinito de conhecimentos sem nunca reflectirem sobre o próprio acto de conhecer. O facto de, por vezes, não existirem respostas claras para uma dada situação, ou as ideias sobre ela se desdobrarem em múltiplas teorias, leva-nos necessariamente a perguntar pelos fundamentos e limites do conhecimento. Será possível conhecer? Haverá verdade no conhecimento? De facto, todos nós temos uma opinião sobre algo que traduzimos em conhecimento, mas teremos nós a certeza desse conhecimento ser verdadeiro? Ler mais deste artigo

A Teoria dos Contrários

FédonTodo este diálogo é realizado horas antes da morte de Sócrates que foi condenado à pena máxima através de ingestão de veneno (cicuta) por ser considerado uma espécie de herege para a civilização grega.

O Que é o filósofo?
Em primeiro lugar temos que analisar o que é, era filósofo na antiga Grécia. A ideia que um jovem de 18 anos em Portugal tem de um filósofo é de um indivíduo que pensa um bocado e escreve o que pensa se isto fizer lógica.

Contudo para os gregos o verdadeiro objectivo do filósofo não era explicar se os homens nasceram para fazer A ou B ou executar C ou D porque são E ou F. Para eles o objectivo do filósofo era atingir a verdade pura, aquela que contem as verdades essenciais não deturpadas, como o belo, o bom e a justiça. Ora essa verdade pura apenas é alcançável a quem tiver o pensamento puro. Por sua vez o pensamento puro é muitas vezes disturbado pelos desejos e prazeres do corpo. É neste contexto que a razão dos gregos se eleva acima das emoções, contudo existe aqui um objectivo de transcendência comum a muitos filósofos que apenas é entendido através do discernimento dos conceitos.

Uma vez aceite a morte, Sócrates mostra aos seus discípulos como alcançou tal tranquilidade. Prova então a imortalidade da alma segundo vários aspectos. A teoria dos contrários, a Reminiscência e a Teoria das Ideias.

Sócrates: […] quando uma coisa se faz maior, não é, necessariamente, do que antes era mais pequeno que ela se faz maior? […] E não provirá, igualmente, o mais fraco do mais forte e o mais ligeiro do mais vagaroso?
Cebes: É absolutamente certo.
Sc: […] o Pior não se origina do melhor e mais justo do injusto?
Cb: Porque não?
Sc: Estamos, portanto, em posse deste princípio: todas as coisas contrárias nascem daquelas que lhes são contrárias.
Cb: Indubitavelmente.
Sc: Mas há ainda mais. Entre cada um dos contrários em todas as coisas que os têm, há duas gerações: uma deste para aquele e outra daquele para este. Com efeito, entre uma coisa maior e outra mais pequena não existe crescimento e decrescimento? E não chamamos ao primeiro crescer e o segundo decrescer? […] Não sucederá o mesmo com a decomposição e a composição, com o arrefecimento e o aquecimento […]?
Cb: Sem dúvida.
Sc: […] Viver terá algum contrário?
Cb: Estar morto?
Sc: Portanto, não se originarão um do outro, visto serem contrários, e as gerações que entre si se efectuam, não serão duas […]? Assim […] de um lado temos dormir, do outro estar acordado; e de dormir nasce estar acordado e de estar acordado, dormir. Quanto às suas gerações, uma é adormecer e a outra acordar. […] [agora], não afirmas tu que estar morto é o contrário de viver?
Cb: Afirmo.
Sc: Portanto daquilo que vive que nascerá?
Cb: O que está morto.
Sc: E do que está morto?
Cb: […] Aquilo que vive.
Sc: […] Uma das gerações correspondentes a estes dois estados nos é clara? Morrer, sem dúvida, é-nos bem conhecido. […] Devemos negar a geração contrária e dizer que a natureza deste lado é coxa, ou será preciso admitir que morrer também tem a sua?
Cb: Sem dúvida.
Sc: E Qual será ela?
Cb: Reviver.
Sc: […] sendo assim, parece-me que há fundamento bastante para dizermos que as almas dos mortos existem algures, necessariamente, donde outra vez regressam à vida. […]Se, por exemplo, existisse adormecer, mas o acordar proveniente do dormir, não lhe correspondesse […] se tudo se unisse e jamais se separasse […] se tudo quanto participa na vida morresse e se conservasse depois na morte, não seria da absoluta necessidade que todas as coisas, por fim, estivessem mortas e que nada existisse com a vida? Por que, caso o que vive não nasça do que morreu antes, vindo a morrer, como se poderia evitar que fosse tudo absorvido pela morte?
Cb: […] o que tu dizes considero-o absolutamente certo.
Sc: […] Antes é um facto o regresso à vida, que os vivos nascem dos mortos, que as almas dos mortos subsistem e que há um destino melhor para as boas e um pior para as más.

Livro “Fédon de Platão”

 Eu compreendi este diálogo segundo a minha limitada perspectiva, gostaria que me ajudassem a compreender segundo a vossa perspectiva =)

Reencarnação, podemos reflectir?

Mekie pessoal!! Tudo em alta =)

Bem voltei ontem de viajem, onde optei por “desligar” um pouco das rotinas tecnológicas, sem telemóvel, sem pc, não gosto da televisão espanhola, etc etc. Correu tudo ah grande, só tivemos dois dias sem vento e um deles foi o dia 1, para recarregar energias =) Estar num ambiente onde todos partilham o mesmo feeling eh mesmo muito bom e depois o nível e a diversidade é enorme, foi mesmo muito bom! Não me preocupa se foi bom ou mau, mas inconscientemente, também estive um pouco desligado da leitura e da pesquisa, creio que estava com necessidade de descanso neurótico.

Agora, sentindo reforçada a “fome” do conhecimento e da pesquisa, hoje linguei um documentário que tinha no disco já em lista de espera. Chama-se “Reencarnação – Históricas de Vidas Passadas”. Para começar a transmitir minha opinião, vou definir o termo céptico, cujo conceito pode ter vários significados ou interpretações e a sua extensão ficar reduzida ao breve conhecimento do interpretante, de facto existem inúmeras palavras com duplo sentido, o que revela a pobreza da nossa linguagem e não é difícil consciencializarmo-nos que, se para cada ideia, emoção, sentimento específico existisse uma palavra todos nós nos compreenderíamos muito melhor. No dicionário de português: “Céptico – partidário do cepticismo; aquele que duvida de tudo; descrente.” Segundo este conceito, eu gostava que vocês fossem cépticos em relação ao Título (tema) do documentário, quero que duvidem da reencarnação tal como duvidam da ciência, da religião, dos fenómenos naturais ou até mesmo que duvidem da mesma forma de quando vossos amigos vos transmitem uma nova ideia, gostava que fosse cépticos de igual forma para todas as áreas, ou será que fazem distinção em algumas áreas? E já pensaram a causa? Porque fazem essa distinção? Talvez porque não procuraram a validade das coisas, talvez porque inconscientemente qualquer argumento nessa área serve para formar a vossa opinião, que corre apressada atrás da primeira ideia feita que vos seja servida. Então Mamens…! O zeitgeist ensinou-nos a consciencializar da manipulação das instituições, não deixem que manipulem os nossos pensamentos. Se eu só falar com cientistas, é bem provável que pense da mesma forma que eles, se fizer o mesmo com os padres certamente irei acatar as suas ideias e segui-las. Então qual será o melhor caminho? Olhar para todos da mesma forma sem privilégios ou distinções. Mas ao mesmo tempo, não gostava que fossem cépticos ao ponto de associar/relacionar o tema do documentário com todos os argumentos, preconceitos, ideias, sentimentos que já vos foram transmitidos, por alguém que, maioritariamente formou a sua opinião na ausência de factos, onde a dúvida é a opinião sábia e prudente. Direi até mesmo que o sábio talvez tenha mais preconceitos, porque têm uma tendência natural a submeter tudo ao ponto de vista em que se especializou; o matemático apenas vê a prova numa demonstração algébrica, o químico relaciona tudo à acção dos elementos, etc etc. Qualquer pessoa que se dedique a uma especialização segue a ela todas as suas ideias. Não interpretem depreciativamente este frase, porque consultarei com todo o gosto e confiança, um químico sobre uma questão de análise de uma substância, um físico sobre a energia eléctrica, um mecânico sobre a força motriz, mas eles permitem-me, sem desrespeitar a sua especialização, considerar as suas opiniões negativas sobre o Kitesurf, idênticas ao conceito de um arquitecto sobre uma questão de música. Tudo deve ser alvo de cepticismo se a causa for a procura da verdade.

O documentário relata os passos de um cientista (Dr. Erlendur Haraldsson, Psicólogo, University of Iceland), e o seu trabalho prova que devemos considerar a possibilidade da reencarnação. Ao longo da caminhada ele conta os casos mais marcantes, é possível encontrar relatos de pessoas por todo o mundo que se lembram de uma vida anterior (histórias com características semelhantes, será obra do acaso? Questão filosófica: o que é o acaso? O acaso existe?). Curiosamente eles encontram estes relatos em crianças, entre os 2 e os 6 anos. A ciência investiga os milhares de casos de crianças bem jovens que espontaneamente falam de vidas passadas. Os casos mais convincentes são do SRI LANKA, onde se acredita muito em reencarnação e a maioria é Budista.

Budismo? Ahhaha….ké isso? Religião? Se sim então censura…!?

Vamos então ver o que é isto de Budismo. Sejam cépticos mas sem generalizar ou assimilar.

Wikipédia:

Budismo é uma religião e filosofia baseada nos ensinamentos deixados por Sidarta Gautama. Ao contrário do pensamento comum, o budismo não é uma religião, pois não existe um deus criador, não existem dogmas e nem proselitismo, porém também não seria correto denominá-la apenas como uma filosofia, pois aborda muito mais do que uma mera absorção intelectual. O Budismo não tem uma definição, tendo aquela que qualquer praticante lhe queira atribuir, contudo poderemos denominá-la de caminho de crescimento de espiritual, através dos ensinamentos dos Buddhas.

Os ensinamentos básicos do budismo são: evitar o mal, fazer o bem e cultivar a própria mente. O objetivo é o fim do ciclo de sofrimento,  samsara, despertando no praticante o entendimento da realidade última – o Nirvana.

O ponto de partida do budismo é a percepção de que o desejo causa inevitavelmente a dor. Deve-se portanto eliminar o desejo para se eliminar a dor. Com a eliminação da dor, se atinge a paz interior, que é sinônimo de felicidade.

A moral budista é baseada nos princípios de preservação da vida e moderação. O treinamento mental foca na disciplina moral (sila), concentração meditativa (samadhi), e sabedoria (prajña).

Apesar do budismo não negar a existência de seres sobrenaturais (de fato, há muitas referências nas escrituras Budistas), ele não confere nenhum poder especial de criação, salvação ou julgamento a esses seres, não compartilhando da noção de Deus comum às religiões abraâmicas (judaísmo, cristianismo e islamísmo).

A base do budismo é a compreensão das Quatro Nobres Verdades, ligadas à constatação da existência de um sentimento de insatisfação (Dukkha) inerente à própria existência, que pode no entanto ser transcendido através da prática do Nobre Caminho Óctuplo.

Outro conceito importante, que de certa forma sintetiza a cosmovisão budista, é o das três marcas da existência: a insatisfação (Dukkha), a impermanência (Anicca) e a ausência de um “eu” independente (Anatta).

 A coincidência dos casos são as imagens ou características de conduta, fora da sintonia com a sua vida actual, a questão é: como surgem dentro dessas crianças?

O documentário apresenta um rapaz normal de 6 anos chamado Gus, que como outras crianças brinca com o seu pai, mas esse relacionamento é diferente. Gus lembra que brincou com o seu pai em outra vida, só que ele era o pai, e o seu pai era o seu filho. Este caso é investigado por Jim Tucker, “Quando vou ver um caso, vou com certo cepticismo, nunca vou supondo que seja reencarnação, tenho essa posição em todo o trabalho como um todo. Estamos aqui porque é um fenómeno interessante…e queremos aprender o máximo possível.” “O avô de Gus chamado Augie morreu em 1993, seu filho Ron encontrou-o caído no chão. Derrame cerebral. Augie morreu 5 horas depois. Tinha uma loja que vendia de tudo e amava a sua família, mas nunca conheceu o seu neto Gus. Gus nasceu um ano após a morte de Augie, um dia com apenas ano e meio, Gus estava no quarto com o seu pai.

Mãe do Gus: ‘Ron disse-me que tinha trocado a sua fralda e que ele olhou para ele e disse: “Quando eu tinha a sua idade eu trocava a sua fralda.”

Pai do Gus: Eu fiquei perplexo, achei muito estranho, principalmente a escolha de palavras: “Quando eu tinha sua idade…” para uma criança de um ano e meio.

Mãe do Gus: Ele começou a falar sobre o avô e as coisas que ele dizia…que não podia saber porque nunca conheceu o avô. Ele morreu um ano antes de ele nascer. Então nós ficamos muito confusos.

Um dia Ron trouxe fotos antigas para casa e algo mais notável aconteceu.

Pai do Gus: “Eu disse: Veja que foto antiga. E ele disse: “Este sou eu” (apontando para o seu avô), Eu fiquei completamente pasmo, fiquei todo arrepiado, como ele poderia saber?

Gus diria mais coisas assim nos anos seguintes, ele lembrara-se de episódios da vida do seu avô, dos quais Ron mal se lembrava, e ele os viveu. Gus sabia mais do seu avô do que deveria.

São provas de reencarnação? Com as crianças se lembrariam de outra vida?”

Analisando cientificamente, a memória relembra uma experiência, em termos simples quanto se tem uma experiência, ela activa certos circuitos do cérebro, quando se tem uma lembrança dessa mesma experiencia os mesmos circuitos são reactivados, logo é uma evocação da experiência, sem a experiência estar acontecendo.

(então teremos um mundo real e o mundo irreal? O da imaginação e fantasia? Jubi o livro o segredo não é assim tão rudimentar como tu o expões no mail, então que tens a dizer de exercícios de medição? esta comprovado que, ao imaginares (reprodução mental) determinados exercícios que estimulem certos músculos do teu corpo eles aumentam significativamente (http://inforum.insite.com.br/forum-desportistas/1839664.html), ou então que dizes acerca dos placebos? Contudo a minha opinião sobre o livro que já o li, é que só aconselho a quem tem pensamentos negativos ou é um pessoa pessimista, o livro tem muita coisa para se “pegar”, como por exemplo na lei da atracção: o livro diz-nos que “desde que pedido dentro de certos parâmetros descritos no livro, como por exemplo, pensar, pedir e agradecer. Desta forma, pode ter tudo quanto quiser usando o segredo”, por exemplo uma criança quando quer muito uma coisa, será que toda essa força que faz (concentrando todo seu pensamento no brinquedo) em alcançar o objectivo, será esse objectivo o melhor para ela? Então e aquelas coisas que nos aparecem inesperadamente, sejam boas ou más? Então pode-se dizer que a lei da atracção é inteligente e autónoma? Existe alguma coisa que a rege? Uma coisa é certa, terá sempre que haver um equilíbrio harmonioso.)

Continuando… Depois de algumas experiencias com ratos comprovaram que memórias negativas têm um impacto ainda maior, explica o facto de as crianças lembrarem coisas negativas de outra vida, como a morte.

“Lembranças traumáticas estão ligadas a emoções, essas emoções incluem medo e ansiedade, estão relacionadas à função do sistema límbico…o cérebro emocional. Nosso sistema nervoso tem que experimentar algo, para que seja lembrado, mas não tem que ser uma experiência real.”

Tambem significa que as crianças não tenham morrido em outra vida, pode ser só imaginação.

A tomografia mostra que os circuitos cerebrais activados são parcial nas duas situações, realidade e imaginação.

“Se a morte significa um cérebro sem actividade eléctrica, se ele está morto a memória também está.”

Então e quando uma criança lembra uma outra vida? Embora os cientistas modernos não julguem possível.

O Dr. Richard Wiseman da Universidade de Hertordshire, perto de Londres, não concorda com a evidência dos factos já relatados, então analisou as provas que os cientistas da reencarnação reuniram.

“A questão é o que acontece aqui? O problema em avaliar a situação é não saber o papel do acaso.”

Para responder a esta pergunta Wiseman fez uma experiencia simples, convidou crianças escolhidas a esmo e fez a mesmas perguntas que os pesquisadores de vidas passadas fariam.

“A experiencia que fiz foi para testar a hipótese de que se fizer uma criança inventar uma história, podemos pegar nessa informação e compará-la com detalhes de crianças que morreram e achar o mesmo tipo de combinação que pesquisadores de reencarnação acham.”

“Falei com uma criança de nome Molly. Pedi para inventar uma história. Falou de uma outra menina de nome Katie de 3 anos.

– De que cor era seu cabelo?

 – Qualquer cor.

Molly – Ruivo.

 Tinha olhos azuis e usava um vestido rosa com flores. Ela fugiu

 – Quando Katie fugiu…

Molly – O quê?

– Quando Katie foge, acontecem coisas boas ou ruins?

– Acontece algo ruim?

Molly – Ruim.

– Ruim? O que aconteceu?

Molly – Os monstors apanharam-na.

– Como eram eles?

Molly – Feios.

– Feios? O que aconteceu?

Molly – Não sei.

– Não sabes?

– O que aconteceu quando eles a apanharam?

Molly – Eles a morderam.

– E que aconteceu com Katie?

Molly – Ela morreu.

 Esta foi a história que Molly inventou, queríamos se saber se pegássemos nessa história e comparássemos com histórias de crianças que morreram e se encaixaria. O que achamos foi surpreendente. Procuramos casos trágicos no arquivo dos jornais, onde crianças sofreram acidentes ou foram mortas. Uma história encaixou-se na história inventada por Molly. A criança tinha 3 anos era ruiva, olhos azuis e usava um vestido rosa com flores, morava perto do mar e adorava ir à praia. Um dia fugiu de casa, foi sequestrada e morta. Dos 17 factos que Molly nos deu, 13 estavam absolutamente correctos. Se Molly dissesse já ter vivido antes, seria o caso de reencarnação da década.

A ideia de que já vivemos antes é muito radical. Eu quis descobrir como podemos avaliar a solidez das alegações de reencarnação. Não descobrimos nada sobre paranormalidade, ou se já vivemos antes ou não, mas sim muito sobre psicologia. Sobre como podem nos enganar e de como nós nos enganamos.””

 Então o que significam todas estas provas?

 “Dr. Tucker – Há muitas perguntas que nem começamos a responder. Existe uma alma? Se existe o que significa? Como ela passa de uma vida para outra? Olhando os casos é claro que pode apontar as fragilidades. Mas também há o suficiente para você para e dizer, que pode estar acontecendo algo notável”

  Não vos quero mudar nem tornar-vos meus seguidores, nem vão conseguir o mesmo de mim, apenas quero mostrar-vos coisas diferente e que merece atenção, compreensão e reflexão, e sempre que evoluírem ou chegarem a um novo nível de entendimento será através de vossa consciência.

 Sou consciente que não posso dizer já no que acredito porque ainda não tenho conhecimento suficiente para o provar, mas estou caminhando e espero ansiosamente alcançar a consciência o mais rápido possível.

 Para terminar…”A investigação das origens é constante e dura á milénios, não sei dizer se algum dia encontraremos todas as respostas, mas também não importa, o que importa é procurar, prosseguir com a investigação.”

 

Bruno Gonçalves 4 a 6/01/2009