EUA: 40 milhões de doses de vacinas foram para o lixo

Cerca de 40 milhões de doses da vacina contra a gripe suína, produzidas pelos Estados Unidos, expiraram e foram para o lixo, com um prejuízo de cerca de 200 milhões de euros, avança a agência AP.

As vacinas, que expiraram na quarta-feira, vão ser incineradas, uma quantidade quatro vezes superior àquela que costuma sobrar da gripe sazonal.

Uma estimativa do governo apontam que mais 30 milhões de doses vão expirar e, caso isso se verifique, mais de 43 por cento das doses terão sido desperdiçadas.

«Apesar das muitas doses de vacinas que não foram usadas, foi mais apropriado termo-nos preparado para o pior cenário do que ter falta de vacinas», declarou o porta-voz do departamento de Saúde e Serviços Humanos, Bill Hall.

Este ano, o governo recomendou que todos os americanos se vacinassem contra a gripe, no entanto, não quer dizer que sejam utilizadas todas as doses.

«Sem dúvida que vão sobrar doses. Isso acontece sempre», referiu um especialista em imunologia.

in IOL DIÁRIO

Esta notícia saiu no dia 1 do presente mês, mas como todas aquelas que realmente interessam foi abafada na comunicação social. Alguém ouviu ou leu-a nos principais media do pais? Ah pois é…

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“Por detrás da gripe A” por António Bagão Félix

Agora que os noticiários já quase não falam da gripe A, surgiu a informação de que os ganhos da indústria farmacêutica por causa e em função desta estirpe (cinco mil milhões de euros, fora a valorização das acções, o que corresponde a cerca de 1,5 vezes o PIB do desgraçado Haiti!) estão sob suspeita do Conselho da Europa que, aliás, vai debater e criar uma comissão para avaliar a pressão que, alegadamente, poderá ter sido exercida sobre a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Compreendo todas as cautelas e prevenções sobre o que se anunciava como uma grave pandemia mundial. É daquelas situações em que mais vale errar por excesso do que por defeito. Mas hoje, face à avaliação parcial que já se pode fazer, estaremos provavelmente perante um claro exagero de previsão. Basta recordar que a OMS chegou a aventar a hipótese de poder haver mais de 70 milhões de mortes e até agora terem-se verificado menos de 13000!

Em Portugal, onde nos foi permanentemente incutido um cenário alarmista e negro, com conferências de imprensa em catadupa “por dá cá aquela palha” e com a previsão de encerramentos temporários desde escolas a fábricas até igrejas e práticas desportivas, houve até agora 83 mortes, valor muito aquém da gripe sazonal (2000 óbitos por ano). Ao menos que esse exagero tenha trazido uma vantagem adicional: a de incitar e habituar as pessoas a uma maior cultura de higiene e profilaxia.

As vacinas e antivirais adquiridos pelos países mais desenvolvidos sobejam por todo o lado. Primeiro por pouca certeza da OMS (duas doses da vacina primeiro e logo a seguir apenas uma), depois porque as pessoas se aperceberam de que a situação não seria tão trágica quanto se previra. Em França, por exemplo, compraram-se 94 milhões de doses e só se usaram 5%! Os grandes beneficiários desta gestão desastrosa foram, de facto, os laboratórios!

Em escala logarítmica, repetiu-se a histeria sanitarista que, nos últimos anos, já se viu com a gripe das aves, a doença das vacas loucas e outros vírus. Nem tanto ao mar, nem tanto à terra. Nesta voragem de psicose colectiva, a técnica do pavor não é necessariamente boa conselheira…

Sou dos que pensam que a relação entre a OMS e a indústria da saúde deveria ser mais cristalina e escrutinável. Só por ingenuidade é que se pode achar que não há pressões num sector que move rios de dinheiro e de interesses.

Assim, o que se constata é a uma verdadeira “pandemia de lucro” embora paradoxalmente concentrada, que evidencia como poderosos interesses industriais e económicos são capazes de influenciar os decisores institucionais, os media e, por fim, os políticos.

A gripe A foi, aliás, sempre abordada como um problema de saúde focado nos países do 1º mundo, enquanto continuam a morrer diariamente milhares de pessoas nos países pobres com malária que se pode facilmente prevenir, com cólera e outras afecções evitáveis com um simples soro. Estes problemas, porém, nunca são notícia nem movem a comunidade internacional porque não são economicamente atractivos e lucrativos.

in Económico

Sobre a Epidemia na Ucrânia

Mais mortes e controvérsia, vacina Gripe A

Morreu ontem mais um feto após a mãe ter sido vacinada contra a Gripe A. A notícia foi lançada tanto no Correio da Manhã como no Jornal da RTP.

Até agora “todos os especialistas”, segundo Francisco George, discordam de qualquer ligação entre estas mortes e a vacina, chegando até a dizer que se tratam apenas de “coincidências temporais”.

Mas talvez dever-se-ia dar mais atenção a este assunto já que o adjuvante que é administrado em Portugal às grávidas é proíbido em Espanha – RTP1.

Aos poucos as notícias vão-se entrelaçando. Veremos as conclusões.

Pessoal, vão postando aqui as notícias todas que encontrarem. Quer em comentários que em posts (para a malta do blog), é bom fazer um registo.

É assim que se combate a Gripe A…

... ou pelo menos devia de ser assim.

Segunda grávida perde o Bébé.

Vou transcrever a notícia do Jornal I:

Uma mulher grávida de 34 semanas deu entrada ontem no Hospital da Cuf Descobertas, no Parque das Nações em Lisboa, segundo confirmou ao i fonte do Grupo José de Mello Saúde. A mulher foi vacinada na passada quinta-feira, dia 12, contra a Gripe A.

Garantiu ainda a mesma fonte que a “grávida encontra-se neste momento em trabalho de parto”.

A grávida deu entrada ontem no hospital e o feto encontrava-se já sem vida.

O i contactou o ministério da Saúde, mas até ao momento ainda não foi possível mais esclarecimentos sobre o caso.

Este não é um caso isolado. No passado domingo soube-se que uma grávida tinha perdido o feto, quatro dias depois de ter sido vacinada contra a gripe A, numa unidade hospitalar em Portalegre.

Uma relação que foi negada pelo próprio hospital ao afirmar que a autópsia realizada ao feto indicou que a morte foi provocada por alterações na circulação sanguínea.

Também Francisco George já tinha reagido, ao sublinhar que “a morte do feto foi uma coincidência temporal”, acrescentando que “todos os especialistas acreditam que não há relação entre a morte do feto e a vacina contra a gripe A que a mãe tomou”.

Fonte: Jornal I

Em 48 horas, dois fetos morreram dias depois de as mães terem sido vacinadas contra o vírus da gripe A, ambas grávidas de 34 semanas. Vão dizer que é coincidencia não?

Resta esperar pela conferencia de imprensa que a direcção do hospital onde isto sucedeu para saber-mos aquilo que os “manda-chuvas” nos irão querer mandar para os olhos.

Francisco George e as “coincidências temporais”

Hoje na secção de Portugal do Jornal i podia-se ler esta notícia.

Transcrevo aqui o último parágrafo da notícia que está relacionado com uma notícia já antes publicada.

Morte A autópsia ao feto que morreu dias depois de a mãe ter sido vacinada, concluída ontem, revelou que a morte se deveu “a alterações na circulação sanguínea”, por motivos desconhecidos, avançou a SIC. Francisco George sublinhou que o caso não passa de uma “coincidência temporal, um fenómeno comum durante uma pandemia”. Nestas alturas também costumam ser detectadas inflamações agudas conhecidas por síndrome de Guillain-Barré, explicou o responsável.

 

Então, “razões desconhecidas” são análise final de autópsia??? Porque é que não se dizem razões desconhecidas aos casos de mortes que eles afirmam ser da gripe?! Especialmente gostei da frase: “Nestas alturas”… repito… “Nestas alturas…” [ou seja, em alturas de epidemia], “costumam ser detectadas inflamações agudas… Guillain-Barré”. Então isto quer dizer que em alturas de pandemia as pessoas andam pela rua por aí a apanhar o síndroma de Guiliain-Barré, assim sem mais nem menos?

Ou será que isto é uma forma (que para mim já fracassou) de tentar explicar os casos de Guiliain-Barré que surgem após as vacinações que “eles” impõe nas pessoas? Tal como aconteceu em 1976. Parece que o nosso amigo da Direcção Geral de Saúde, Fracisco George, está a querer de algum modo saltar por cima da ligação entre as “vacinas-forçadas-pelo-gover-em-momentos-de-pandemia-falsa” e “Sindrome de Guillain-Barré”. Fica aqui este link que reúne uma biblioteca de artigos científicos publicados na pesquisa desta ligação. Pesquisa esta que todos os mídia e governantes parecem não querer encontrar.

Ministra da Saúde da Polónia Rejeita Vacinas Contra Gripe A

Por enquanto continuam os post cópia da minha parte com alguns comentários pelo meio. Para além de justificar a falta de tempo, estes posts ajudam a manter a informação armazenada, organizada e partilhada claro. É impressionante como com o passar do tempo se torna cada vez mais importante e interessante seguir blogs de autores independentes para nos informar-mos do que se passa por esse mundo fora, a todos os níveis.

Fica aqui um post retirado do Blog *Demo de Democracia*.

————————————————————————- Inicio da cópia  ————————————————————————-

Veja a grande diferença entre uma Ministra que se preocupa com seus cidadãos (a da Polónia) e de uma Ministra vendida à indústria farmacêutica (a nossa…)

Ministra da Saúde da Polónia Rejeita Vacinas Contra Gripe A

A Ministra da Saúde Polaca Ewa Kopacz disse ontem numa conferência de imprensa transmitida pelo canal de televisão Polaco TVN24, que o Governo irá rejeitar vacinação em massa da população contra a “gripe suína” por causa de preocupações com a segurança da vacina.

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Gripe A: Bebés saudáveis até dois anos começam a ser vacinados hoje

O título do post é também o título desta notícia que se pode ler hoje no Jornal I.

Mesmo depois de tantos órgãos de peso no mundo da saúde, como enfermeiros e médicos, a questionar a segurança da vacina, tal como diversos países a proibirem o adjuvante usado em Portugal, parece que o nosso país não perde tempo em avançar com mais vacinas. É curioso ver que mesmo com um confronto que já ultrapassa a barreira dos blogs «estranhos» da Internet, não há nada que pare ou, pelo menos, abrande esta onda (para não dizer Tsunami) de injecções. Penso que um pouco de calma e pensamento deveria ser dedicado ao assunto. No entanto, é bom relembrar que quaisquer debates ou discussões na televisão são duvidosos devido à manipulação dos mídia representativos.

Realço aqui uma parte da notícia a cima discriminada:

Morte em Portalegre Ontem à noite foi anunciada a morte de um feto com 34 semanas, depois de a mãe ter sido vacinada – a 10 de Novembro – contra a gripe A. Contactado pelo i, o Ministério da Saúde recusou comentar o caso. Apenas o hospital de Portalegre avançou com um comunicado, rejeitando, porém a associação entre a imunização e a morte. “Não é possível estabelecer uma relação causal entre a vacinação da grávida e a morte do feto”, avançou a unidade.

O calendário oficial de vacinação de grávidas e outros grupos de risco continua, agora em simultâneo com a vacinação de pessoas que integram o grupo “B”. Dentro dos grupos prioritários, o “B” corresponde a casos de doentes crónicos – que sofram de diabetes, asma, insuficiência renal e problemas cardiovasculares. Agora, este grupo é alargado a crianças entre os seis e os 24 meses, mesmo no caso de não apresentarem quaisquer problemas. “Aquilo que acrescentamos são as crianças saudáveis”, explicou a ministra da Saúde, Ana Jorge.

Gostava de saber também o quão manipuladas estarão as estatísticas referentes às mortes pela Gripe A. De todas as mores anunciadas quantas são referentes a Homens de saúde forte e vigorosa que após apanharem o vírus morreram? Quantas das mortes “publicitadas” serão referentes a pessoas que já se encontravam num estado bastante enfraquecido antes de contraírem a doença e que, talvez por isso, não conseguiram registi-la?

É curioso no mínimo ver que qualquer pessoa que morra e seja portadora do vírus H1N1 é considerada morte por Gripe A. No entanto, nos casos em que uma pessoa tome a vacina e sofra efeitos secundários, até mortais, “não se pode estabelecer uma ligação entre a vacina e os efeitos sofridos”.

Gripe A: Pequeno resumo..

O post que se segue é uma cópia integral do Blog Prova Final 2012

Os planos estão se a concretizar

Já há muito tempo que nós, os lunáticos loucos, os teoristas da conspiração, temos vindos a avisar sobre os planos por trás da famosa pandemia.

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Médicos Italianos Rejeitam a Vacina contra a Gripe A

Fonte: Press TV
Tradução: ProvaFinal2012

Cópia Integral do post

Os médicos de família italianos recusam-se a prescrever a vacina contra a gripe H1N1 aos seus pacientes, alegando que a vacina tem mais riscos do que vantagens.

Segundo os últimos dados, o número de pessoas infectadas com gripe A na Itália sobe para 540 000 e o numero de mortes para 30.

O país já encomendou 48 milhões de doses de vacina contra a gripe A/H1N1, o suficiente para vacinar 24 milhões de italianos. O país também pretende lançar uma vacinação em massa nas próximas semanas.

No entanto, ficamos a saber pela imprensa italiana que grande parte destas doses de vacinas serão inúteis pois a maioria dos italianos, incluindo o Vice-Ministro da Saúde, Ferruccio Fazio, e o prefeito de Roma, Gianni Alemanno, decidiram recusar a vacina.

Os resultados de uma pesquisa recente mostrou que seis em cada dez médicos de família não prescreverão a vacina contra a gripe A/H1N1 aos seus pacientes, especialmente aqueles que sofrem de doenças cardíacas.

Gianluigi Passerini, membro da Associação Europeia para a Qualidade em Medicina Geral (EQUIP), disse ao “espresso” que não pode recomendar a vacina aos seus pacientes. Ainda acrescentou: “Este vírus não é agressivo e não há motivo para forçar as pessoas a se vacinar.”

Da mesma forma, Mario Nejrotti, director de “torinomedica.com” disse que apenas os oficiais médicos deveriam ser obrigados a ser imunizados de acordo com a gravidade e disseminação do vírus.

Ele acrescentou que uma vacina similar fabricada nos Estados Unidos em 1976 causou muitos casos graves de uma doença neurológica conhecida como síndrome de Guillain-Barré.

Verdade Oculta nos Portugueses!

Directamente do Verdade Oculta (visto em Prova Final 2012) fica aqui uma pequena peça que para além de ter informação importante sobre o Vírus H1N1 tem também a sua graça.

O Monumento da Georgia

Deveremos dizer Monumento ou Mandamento?

Já ha algum tempo que queria postar sobre este assunto. Não a sei a quantos de vocês fará sentido associar este monumento ao que está acontecendo hoje no mundo. Para mim, ouvir falar através dos investigadores independentes em “redução da população mundial” e depois ver esses mesmo objectivos exaltados num monumento estatal … sinceramente fez-me pensar sobre a veracidade do que se tem dito sobre as intensões de redução da população mundial por parte da elite.

Não custumo fazer cópias integrais de outros posts mas para este caso vou adoptar esse sistema. O resto da discussão virá nos comentários.
O post a baixo é uma cópia directa do que está no site 2012 – O Portal. Fica também aqui um link com mais informação.

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Gripe Suína – A Guerra Mata Mais

Swine Flu MortalityReferências?

Vacina H1N1 – A maior peta de sempre! Parte 2

title_influenza_2ALEMANHA: A população receberá uma vacina diferente da prevista para os dirigentes, os funcionários do Estado e o Exército.

Uma questão de adjuvantes, os já falados aqui escaleno e triomersal. A polémica abalou o país.

Para combater o vírus da Gripe A, existe uma vacina para o povo e outra para quem o governa.
A informação espalhou-se como o um rastilho de pólvora desde domingo, na Alemanha. O Pandemrix, a vacina fabricada em Dresden pela empresa GlaxosSmithKline (GSK), é para o cidadão comum. Foram encomendadas 50 milhões de doses.

Mas para os políticos, funcionários públicos e soldados, o Ministério do Interior encomendou 200.000 doses de Celvapan fabricadas pelo Grupo Baxter.

A diferença? A presença de adjuvantes: o Pandemrix contém, ao contrário do CELVAPAN. Agora questionem-se? Porque é que o plebeu toma a dose com adjuvante, e a elite nacional não? Não é motivo para desconfiar?

FONTE: 24 heurs